<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748</id><updated>2011-07-07T13:59:48.812-07:00</updated><title type='text'>Crônicas e Opinião</title><subtitle type='html'>Crônicas e Opinião editados no Jornal On Line Correio Bragantino - Bragança - Pará - Brasil</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>36</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-7819845184809618848</id><published>2011-06-30T11:20:00.001-07:00</published><updated>2011-06-30T11:20:30.080-07:00</updated><title type='text'>Golpe no cartão de débito</title><content type='html'>Atualmente, com a era do cheque em baixa, pouca gente carrega dinheiro vivo na carteira, e os cartões de débito acabam facilitando a vida dos consumidores, que se firmam basicamente nele para o seu dia-a-dia. Em razão do seu uso contínuo, o débito acaba virando um hábito, tornando-se tão corriqueiro que os cuidados que antes despendíamos são deixados de lado. Aí é que começam os problemas. &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LMae0qySwv8/Tgy9unmxwKI/AAAAAAAAA84/JW1p5j9F2CE/s1600/cartao-de-debito.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="361" src="http://2.bp.blogspot.com/-LMae0qySwv8/Tgy9unmxwKI/AAAAAAAAA84/JW1p5j9F2CE/s400/cartao-de-debito.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O mais novo golpe relacionado aos cartões de débito está acontecendo principalmente em postos de gasolina, mas pode ocorrer também em outros locais como barzinhos, botecos, danceterias e lojas de conveniência. Mas para não se tornar mais uma vítima das inovações da “bandidagem” basta  que tomemos mais atenção.&lt;br /&gt;Ao efetuar o pagamento com o cartão de débito, o atendente do pode fazer a ”gentileza” de segurar a máquina para digitarmos a senha, tapando o visor com a ponta dos dedos. Contudo, em alguns casos na realidade nada é digitado na máquina, de maneira que os números da sua senha – que deveriam aparecer como asteriscos ou símbolos no visor são expostos, como se estivesse sendo preenchido o campo do valor da compra.&lt;br /&gt;E é assim que você, sem perceber, e acreditando no ato gentil do atendente, acaba por fornecer a senha do seu cartão para uma pessoa que tem acesso ao número dele (que fica registrado na bobina do cartão) – já que tão logo você digitou a senha e os números apareceram na tela, a pessoa os anota e, por qualquer motivo, lhe pede novamente a senha – agora de verdade –, alegando que ocorreu algum erro na operação anterior. Essa prática é sabida não só de relatos de conhecidos que passaram por isso, mas também de e-mails que circulam pela internet. Vale ficar atento, pois uma vez de posse do número do cartão e da senha, clonagens podem ser feitas e débitos podem ser feitos diretamente na sua conta. &lt;br /&gt;Com a cada vez mais crescente intensificação das relações o mercado de consumo, novas práticas devem ser sempre adotadas com as tradicionais precauções.&lt;br /&gt;Por Gabriela Maslinkiewicz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-7819845184809618848?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/7819845184809618848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2011/06/golpe-no-cartao-de-debito_30.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7819845184809618848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7819845184809618848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2011/06/golpe-no-cartao-de-debito_30.html' title='Golpe no cartão de débito'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-LMae0qySwv8/Tgy9unmxwKI/AAAAAAAAA84/JW1p5j9F2CE/s72-c/cartao-de-debito.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-8137147033622726691</id><published>2011-06-30T11:18:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T11:18:59.479-07:00</updated><title type='text'>Golpe no cartão de débito</title><content type='html'>Atualmente, com a era do cheque em baixa, pouca gente carrega dinheiro vivo na carteira, e os cartões de débito acabam facilitando a vida dos consumidores, que se firmam basicamente nele para o seu dia-a-dia. Em razão do seu uso contínuo, o débito acaba virando um hábito, tornando-se tão corriqueiro que os cuidados que antes despendíamos são deixados de lado. Aí é que começam os problemas. &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LMae0qySwv8/Tgy9unmxwKI/AAAAAAAAA84/JW1p5j9F2CE/s1600/cartao-de-debito.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="361" src="http://2.bp.blogspot.com/-LMae0qySwv8/Tgy9unmxwKI/AAAAAAAAA84/JW1p5j9F2CE/s400/cartao-de-debito.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O mais novo golpe relacionado aos cartões de débito está acontecendo principalmente em postos de gasolina, mas pode ocorrer também em outros locais como barzinhos, botecos, danceterias e lojas de conveniência. Mas para não se tornar mais uma vítima das inovações da “bandidagem” basta  que tomemos mais atenção.&lt;br /&gt;Ao efetuar o pagamento com o cartão de débito, o atendente do pode fazer a ”gentileza” de segurar a máquina para digitarmos a senha, tapando o visor com a ponta dos dedos. Contudo, em alguns casos na realidade nada é digitado na máquina, de maneira que os números da sua senha – que deveriam aparecer como asteriscos ou símbolos no visor são expostos, como se estivesse sendo preenchido o campo do valor da compra.&lt;br /&gt;E é assim que você, sem perceber, e acreditando no ato gentil do atendente, acaba por fornecer a senha do seu cartão para uma pessoa que tem acesso ao número dele (que fica registrado na bobina do cartão) – já que tão logo você digitou a senha e os números apareceram na tela, a pessoa os anota e, por qualquer motivo, lhe pede novamente a senha – agora de verdade –, alegando que ocorreu algum erro na operação anterior. Essa prática é sabida não só de relatos de conhecidos que passaram por isso, mas também de e-mails que circulam pela internet. Vale ficar atento, pois uma vez de posse do número do cartão e da senha, clonagens podem ser feitas e débitos podem ser feitos diretamente na sua conta. &lt;br /&gt;Com a cada vez mais crescente intensificação das relações o mercado de consumo, novas práticas devem ser sempre adotadas com as tradicionais precauções.&lt;br /&gt;Por Gabriela Maslinkiewicz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-8137147033622726691?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/8137147033622726691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2011/06/golpe-no-cartao-de-debito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8137147033622726691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8137147033622726691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2011/06/golpe-no-cartao-de-debito.html' title='Golpe no cartão de débito'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-LMae0qySwv8/Tgy9unmxwKI/AAAAAAAAA84/JW1p5j9F2CE/s72-c/cartao-de-debito.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-1498760832643680578</id><published>2009-07-06T06:25:00.001-07:00</published><updated>2009-07-06T06:25:56.120-07:00</updated><title type='text'>A crônica nossa de cada dia ( Luiz Carlos Amorim )</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH7T0jxvWI/AAAAAAAAAlA/ZLLagB21JTk/s1600-h/lcamorim.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH7T0jxvWI/AAAAAAAAAlA/ZLLagB21JTk/s400/lcamorim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355337749865020770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Gosto de ler e admiro o escritor que consegue ser objetivo, com vocabulário claro e apropriado, sem se perder em excessos narrativos e descritivos ou no emprego de palavras rebuscadas e fora de uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre fui leitor crônico de romances, contos e poemas e descobri, há algum tempo, a crônica. Adoro a crônica, mas detesto aquelas massudas, extensas, esticadas demais, quando poderiam ser bem mais enxutas, elegantes, se dissessem apenas o necessário para transmitir a sua mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem pratique o gênero e ache que escrever bem significa produzir textos imensos, perder-se em divagações inúteis sobre um determinado tema. E ainda usando “palavras difíceis”, na ilusão de que isso enriquece o texto. Isso me lembra de um “escritor” que conheci – e que felizmente não escreve mais ou, pelo menos, não tem publicado – que escrevia a sua crônica e depois de pronta, ia ao dicionário e trocava umas quantas palavras usuais e inteligíveis por outras, fora de uso e desconhecidas. Ele achava que isso transformava o seu texto em grande obra. Ora, o texto já era ruim: tema mal definido, mal desenvolvido, com vocabulário simples, quase vulgar, pouco conhecimento de regras gramaticais. Imagine um texto assim, salpicado de “palavras difíceis”. Se esse “escritor” produzisse poesia, com certeza usaria rima – e seria uma rima muito pobre! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como dizia, gosto do texto claro e saboroso, rápido mas denso, com conteúdo, aquele que diz apenas o necessário para comunicar com eficiência. Um texto não precisa ser extenso para ser bom. E se ele for mais longo porque havia necessidade disso, por imposição do tema, do desenvolvimento do assunto, sem deixar de lado a objetividade e a dinâmica da palavra, deverá ser interessante e gostoso de ler como se fosse curto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicar idéias é ser conciso, claro, com linguagem atual e bem articulada, é conversar com o leitor sem menosprezá-lo, sem querer apenas impressioná-lo. É colocar temas em discussão contando a sua verdade, aceitando que ela pode ou não ser a verdade do leitor, e assim dar oportunidade para que novas idéias venham à tona.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-1498760832643680578?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/1498760832643680578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/cronica-nossa-de-cada-dia-luiz-carlos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1498760832643680578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1498760832643680578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/cronica-nossa-de-cada-dia-luiz-carlos.html' title='A crônica nossa de cada dia ( Luiz Carlos Amorim )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH7T0jxvWI/AAAAAAAAAlA/ZLLagB21JTk/s72-c/lcamorim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-8697655177215167355</id><published>2009-07-06T06:23:00.001-07:00</published><updated>2009-07-06T06:24:39.586-07:00</updated><title type='text'>A nova literatura ( Luiz Carlos Amorim )</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6-O0_4bI/AAAAAAAAAk4/_IzY0kKpank/s1600-h/lcamorim.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6-O0_4bI/AAAAAAAAAk4/_IzY0kKpank/s400/lcamorim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355337378959450546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A literatura é uma arte que tem fortes representantes em Santa Catarina. Talvez não seja correto rotular a literatura produzida aqui como catarinense, mas ela tem autores com qualidade e representatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A projeção catarinense na literatura brasileira começa com o ícone maior da poesia simbolista, Cruz e Sousa, nascido em Florianópolis, antiga Desterro, de reconhecimento universal, ainda que póstumo. Sua poesia foi traduzida e publicada em vários países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perfeição dos poemas de Cruz e Sousa já fez com que o comparassem a Baudelaire e o colocassem ao lado de Mallarmé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguem-se-lhe Virgílio Várzea, que publicou em parceria com Cruz e Sousa “Tropos e Fantasias”, a estréia do Cisne Negro na literatura, e Luiz Delfino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem, também, os escritores catarinenses contemporâneos, aqueles que já têm uma obra conhecida e consolidada e ultrapassaram as fronteiras do nosso estado. Alguns deles projetaram-se em nível nacional, mas nem sempre estão radicados aqui no estado. Nomes como Lindolfo Bell, Guido Wilmar Sassi , de grata memória, Cristóvão Tezza, Deonísio Silva, Silvio Back, Werner Zotz, são exemplos de escritores catarinenses de renome nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem os contemporâneos do estado, que se concentram, quase todas na capital, mas não é deles que o livro “A Nova Literatura Catarinense”, em lançamento, fala. Uma nova edição da obra, atualizada, estará sendo publicada e colocada à venda pelo Clube de Leitores ( www.clubedeleitores.com.br ) nos próximos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro estão os escritores que produzem em outros pontos de Santa Catarina, que têm sua obra publicada, têm uma bibliografia considerável, em quantidade e qualidade, têm livros com várias edições, apesar de não estarem, a maioria deles, aparecendo nas vitrines ocupadas pelas figurinhas carimbadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nomes que começaram e ainda estão no Grupo Literário A ILHA, ou transitaram por ele, como Apolônia Gastaldi, Else Sant´Anna Brum, Enéas Athanázio, Joel Rogério Furtado, Maicon Tenfen, Eloí Elisabet Bocheco, Rosângela Borges, Urda Alice Klueger, Viegas Fernandes da Costa, Wilson Gelbcke, Harry Wiese, Selma Maria Franzoi, Aracely Braz, Maria de Fátima Barreto Michels e tantos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os escritores que se impõe por seu talento, dedicação e perseverança e vão se revelando bons cultores da palavra, conquistando respeito e reconhecimento pelo mérito de sua obra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-8697655177215167355?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/8697655177215167355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/nova-literatura-luiz-carlos-amorim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8697655177215167355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8697655177215167355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/nova-literatura-luiz-carlos-amorim.html' title='A nova literatura ( Luiz Carlos Amorim )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6-O0_4bI/AAAAAAAAAk4/_IzY0kKpank/s72-c/lcamorim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-5408264588754885335</id><published>2009-07-06T06:22:00.001-07:00</published><updated>2009-07-06T06:23:08.750-07:00</updated><title type='text'>Saudade ( Luiz Carlos Amorim )</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6ppnc3LI/AAAAAAAAAkw/NtrK_eO_BX0/s1600-h/lcamorim.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6ppnc3LI/AAAAAAAAAkw/NtrK_eO_BX0/s400/lcamorim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355337025373134002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não quis dizer solidão. É que o inverno chegou e uma saudadezinha escondida insiste em levantar a voz. Saudadezinha doída, vem me lembrar, atrevida, que amor a gente não esquece. Que cada carinho é um carinho, que cada ternura é só uma, que amor não morre jamais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu preciso de você. Porque gosto de você. Sei que já disse isso, mas eu gosto de você. Junto de você, gosto do frio que aconchega, gosto da chuva lá fora, a ninar nossos sonhos. E gosto do seu sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu sorriso, minha musa, é minha casa, o meu mundo, o meu tudo. É minha luz, porto seguro, o meu horizonte, infinito. Seu sorriso é minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu sorriso é boa vinda, é ternura do aconchego, é calor que me aquece. Seu sorriso é primavera que se espalha por seu rosto e sorri a sua boca e sorri o seu olhar e sorri seu coração e sorri a sua alma...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, o seu sorriso... é meu ponto de partida e meu ponto de chegada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vou fazer poesia, se o seu sorriso tão meigo é o verso mais bonito que jamais vou escrever? Minha poesia é você. Pra que então escrevê-la? Fiz-me poeta em você, poeta em seu amor... Vem comigo, minha musa, vem morar neste poema...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este poema, seus olhos, imenso poema de amor. Vejo nós dois espelhados, nos grandes lagos castanhos cristalinos, os seus olhos. Navegamos mansamente, nas serenas águas claras, cheias de luz e poesia. É nossa grande viagem, percorrendo os caminhos que nos levarão de encontro à descoberta de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então vem, e afugenta a saudade vadia, que passeia insistente, pelo fundo dos meus olhos. Vem mandar embora essa saudade que brinca com a tristeza que transcende o meu olhar, tentando invadir meu coração para matar todas as flores que você desabrochou em mim...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-5408264588754885335?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/5408264588754885335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/saudade-luiz-carlos-amorim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/5408264588754885335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/5408264588754885335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/saudade-luiz-carlos-amorim.html' title='Saudade ( Luiz Carlos Amorim )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6ppnc3LI/AAAAAAAAAkw/NtrK_eO_BX0/s72-c/lcamorim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-1407466178143625358</id><published>2009-07-06T06:21:00.001-07:00</published><updated>2009-07-06T06:22:09.698-07:00</updated><title type='text'>Os livros recolhidos e a desculpa do estado ( Luiz Carlos Amorim )</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6aqXe1JI/AAAAAAAAAko/o7OjpMsDoLg/s1600-h/lcamorim.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6aqXe1JI/AAAAAAAAAko/o7OjpMsDoLg/s400/lcamorim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355336767876551826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sou obrigado a voltar ao assunto. Lembram do meu artigo sobre o escândalo dos 130.000 livros comprados pelo Estado de Santa Catarina, por um milhão e meio de reais e que depois foram recolhidos? Pois é, a história estava mal contada e continua sem explicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li, em 2 de junho, uma matéria de grande jornal sobre a polêmica do recolhimento, pelo Estado, dos 130.000 livros que haviam sido comprados e distribuídos às escolas públicas de segundo grau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa mesma matéria, há a informação de que “a compra dos livros ocorreu por meio da lei que determina que o Estado adquira livros de autores da terra, selecionados pela Comissão Catarinense do Livro, para bibliotecas municipais catarinenses.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que se esclarecer alguns pontos sobre essa afirmação prestada ao jornal. Primeiro, a lei Grando, que é a lei mencionada, não foi cumprida até agora, apesar de ter sido promulgada há quase vinte anos. Segundo, para comprar livros através dela é necessário que se publique o edital para seleção dos livros a serem comprados. E o primeiro edital da Cocali para começar a cumprir a Lei Grando só está saindo publicado agora, com início de inscrições no dia 8 de junho. Terceiro, o edital é para aquisição de 300 (trezentos) exemplares de dez obras que serão selecionadas e não 130.000 (cento e trinta mil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já perguntei em outro artigo, desde quando o Estado compra livro indicado para o Vestibular para cada um dos alunos do segundo-grau da escola pública catarinense?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quem partiu a idéia de comprar essa quantidade imensa de exemplares de uma mesma obra, sem ao menos lê-la para saber se era apropriada, provocando o recolhimento e transformando em pó um milhão e meio de reais, dinheiro tirado do imposto suado pago pelo cidadão catarinense? Quem autorizou esse gasto? E a tal licitação, que foi citada pela Secretaria de Estado da Cultura em todos os jornais, há alguns dias, dá a idéia de que havia pelo menos três editoras publicando e vendendo o livro, o que não é verdade. A editora é uma só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então toda essa história está muito mal contada. Usar a Lei Grando como desculpa não está colando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-1407466178143625358?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/1407466178143625358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/os-livros-recolhidos-e-desculpa-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1407466178143625358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1407466178143625358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/os-livros-recolhidos-e-desculpa-do.html' title='Os livros recolhidos e a desculpa do estado ( Luiz Carlos Amorim )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6aqXe1JI/AAAAAAAAAko/o7OjpMsDoLg/s72-c/lcamorim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-2709495872296754009</id><published>2009-07-06T06:19:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T06:20:47.160-07:00</updated><title type='text'>O Estado e o escândalo dos 130.000 livros ( Luiz Carlos Amorim )</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6EEA5buI/AAAAAAAAAkg/DdVZjLPg_6o/s1600-h/lcamorim.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6EEA5buI/AAAAAAAAAkg/DdVZjLPg_6o/s400/lcamorim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355336379624156898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Eu já ouvira alguma coisa na televisão, ontem, mas pela metade. Então hoje, ao abrir o jornal, encontrei a reportagem sobre o livro de Cristóvão Tezza, que foi recolhido das escolas pelo Estado. O livro “Aventuras Provisórias”, que tinha sido comprado pela Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina e distribuído às escolas estaduais de ensino médio, foi recolhido por conter trechos considerados inadequados a alunos do segundo grau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aí tudo bem, Cristóvão Tezza é um escritor de renome nacional, consagrado, mas se alguma coisa no livro não é apropriado aos estudantes do ensino médio, se o livro é indicado para adultos, que se use bom senso. O autor, catarinense, não precisa mais que o Estado compre tiragens inteiras do seu livro, porque ele vende por si próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nos deixa indignados é o fato de a Secretaria de Estado da Educação ter comprado 130.000 (cento e trinta mil) livros, pela bagatela de Cr$ l.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais), quando os escritores catarinenses vêm batalhando há quase vinte anos pelo cumprimento da famigerada Lei Grando, instituída pelo próprio estado. Essa lei determina que o estado compre livros de autores da terra, previamente selecionados pela Comissão Catarinense do Livro, para distribuição às bibliotecas municipais catarinenses. A referida lei regula a obrigatoriedade da compra, pelo estado, de 300 (trezentos) exemplares de 22 (vinte e dois) livros publicados por autores catarinenses, a cada ano, adquiridos com 50 % (cinqüenta por cento) do valor da capa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, para cumprir a Lei Grando, não há verba, não coube no orçamento, ano após ano. Mas para comprar cento e trinta mil livros a um milhão e quinhentos mil reais, aí sim, deu. E sem nenhuma divulgação, porque não vi em lugar algum notícia sobre a compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E desde quando o estado de Santa Catarina compra livros selecionados para o vestibular, aos milhares, para distribuir aos estudantes da rede estadual de ensino médio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não venham usar como atenuante o fato de a Fundação Catarinense de Cultura estar para publicar edital da Cocali, para aquisição de livros de autores catarinenses e posterior distribuição dos mesmos para bibliotecas municipais, começando, assim, a cumprir, finalmente, a lei que já quase completa maioridade, sem sair do papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o escritor catarinense mendiga o cumprimento da Lei Grando para ter a possibilidade de que o estado compre a sua obra e faça chegar pelo menos um exemplar a cada biblioteca pública de cada cidade de Santa Catarina, esse mesmo estado compra, silenciosamente, cento e trinta mil livros de uma mesma obra, de um mesmo autor, para cada estudante do nível médio. Livro que em seguida foi recolhido. O que será feito deles? E todo aquele dinheiro pago por eles é imposto pago pelo contribuinte. Que estado é esse? Que educação é essa? Que cultura é essa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contatei com escritores catarinenses importantes, como Urda A. Klueger e perguntei se o Estado alguma vez comprou-lhes livros. Ela me confirmou que não, coisa que eu já sabia, pois estamos esperando pelo acionamento da Lei Grando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada contra o escritor Cristóvão Tezza, um autor que honra a literatura de Santa Catarina, mas há que haver justiça, há que haver transparência e coerência na administração pública catarinense.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-2709495872296754009?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/2709495872296754009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/o-estado-e-o-escandalo-dos-130000.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/2709495872296754009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/2709495872296754009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/o-estado-e-o-escandalo-dos-130000.html' title='O Estado e o escândalo dos 130.000 livros ( Luiz Carlos Amorim )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH6EEA5buI/AAAAAAAAAkg/DdVZjLPg_6o/s72-c/lcamorim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-6661248519685498186</id><published>2009-07-06T06:17:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T06:18:47.136-07:00</updated><title type='text'>A rota das cachoeiras de Corupá ( Luiz Carlos Amorim )</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH5oelnMQI/AAAAAAAAAkY/GtHkVglKvJw/s1600-h/lcamorim.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH5oelnMQI/AAAAAAAAAkY/GtHkVglKvJw/s400/lcamorim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355335905721135362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fiz, finalmente, a rota das cachoeiras de Corupá, nordeste de Santa Catarina, no final de abril. Apesar do pouco volume de água, em razão da estiagem na região, a beleza que transborda os olhos e a alma da gente é incomensurável. Eu já tinha ido até a terceira cachoeira, quando a rota era mais íngreme, mas agora pude visitar quase todas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira cachoeira, que podemos ver sem começar a subida da trilha é a dos Suspiros, belíssima. A segunda, Cachoeira da Banheira, por ter uma verdadeira piscina na sua base, também é bem grande e extasia o visitante. A terceira é a Três Patamares, quedas menores em seqüência, nem por isso menos belas. Pousada do Café é a quarta cachoeira e tem esse nome porque é onde os turistas param pela primeira vez para fazer um lanche e admirar a beleza das águas. A quinta, Cachoeira do Repouso, tem esse nome porque conta com uma grande lage de pedra ao seu lado, onde se pode parar para descansar e aproveitar o espetáculo que se descortina diante dos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cachoeira do Remanso é a sexta delas, com pouca altura, suas águas caindo tranqüilas formando outra piscina. As sétima e oitava cachoeiras são duas cachoeiras que se encontram e por isso chamam-se Cachoeiras da Confluência. A nona cachoeira é a da Corredeira e tem esse nome porque são quedas em degraus, menores. Talvez porque a água não escorra pela rocha, descendo em queda livre e caindo sobre a base ou porque o terreno é acidentado e possa derrubar o visitante, a décima é a Cachoeira do Tombo. Cachoeira do Palmito é a décima primeira e o nome lhe foi dado devido a um palmiteiro que se curvava sobre a grande queda d´água. A décima segunda é a Cachoeira Surpresa, pois aparece de repente, logo após uma curva no caminho, revelando um dos mais belos espetáculos da rota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consegui ver a décima terceira, a Cachoeira do Boqueirão, porque estava fechada. E então andamos, cansados, mais um bom tanto de caminho para que então se descortinasse frente aos nossos olhos a décima quarta, a Cachoeira do Salto Grande, com 125 metros de queda livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu o cansaço da subida, pois a beleza que se vê é alguma coisa fantástica, que excede qualquer expectativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, não dá para falar apenas das belezas das quedas d´água, quatorze delas, uma mais bela do que a outra. O parque Rota das Cachoeiras é uma reserva natural, mas pertence ao Grupo Battistela, é particular. Há quatro anos, começaram a cobrar ingresso para aqueles que quisessem visitar o lugar, fosse para fazer a trilha das cachoeiras ou apenas visitar a primeira, que fica na base da rota e não é preciso subir para vê-la. Perguntei ao rapaz que ficava na entrada do parque para conferir os ingressos, o que era feito com o dinheiro arrecadado. Ele me disse que todo o dinheiro é usado na manutenção do parque. Eu perguntei a ele em que manutenção. Porque a impressão que se tem, antes de começar a subir a trilha, é que aquilo está abandonado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O restaurante que havia lá em cima, na base da trilha, não existe mais. Nem a janelinha onde vendiam água mineral e refrigerantes. Os quiosques que poderiam estar oferecendo lembranças da região, camisetas, artesanato, comidas típicas, sei lá mais o que, estavam todos fechados, e não é de agora. A área de churrasqueiras, com mesas e bancos, está lá, em pé, mas o madeirame está apodrecendo. Os banheiros, pelo menos os dos homens, estavam em obras. Mas mesmo as pias e mictórios, que deveriam estar funcionando, estavam todos entupidos, transbordando. Soube que o banheiro das mulheres estava parecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quiosques que existiam pelo mato, com infra-estrutura para se fazer um churrasco, estão no chão, o material empilhado apodrecendo no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha, até a quarta cachoeira está uma beleza, tem degraus para a subida e até corrimão para maior segurança dos turistas. Mas depois da quarta cachoeira a segurança já não é mais tanta e o visitante cansado tem que tomar cuidado para não escorregar, senão cai pela ribanceira. A 13ª cachoeira está fechada há semanas e não há indicação do que aconteceu ou quando vai ser reaberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então que manutenção é essa? Antes de cobrarem ingresso o parque era mais cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma pena que não se explore todo o potencial turístico da região. Para se ter uma ideia, naquele domingo em que estivemos lá havia centenas de pessoas pagando ingresso. A cinco reais cada uma, o valor arrecadado só naquela oportunidade daria para fazer muita melhoria no lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza tem queda por Corupá. Mas parece que algumas pessoas não estão percebendo isso e já faz muito tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-6661248519685498186?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/6661248519685498186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/rota-das-cachoeiras-de-corupa-luiz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/6661248519685498186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/6661248519685498186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/rota-das-cachoeiras-de-corupa-luiz.html' title='A rota das cachoeiras de Corupá ( Luiz Carlos Amorim )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH5oelnMQI/AAAAAAAAAkY/GtHkVglKvJw/s72-c/lcamorim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-3686441529946711065</id><published>2009-07-06T06:16:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T06:17:45.681-07:00</updated><title type='text'>Os melhores amigos ( Luiz Carlos Amorim )</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH5WTMAmjI/AAAAAAAAAkQ/3czoxTgJaRQ/s1600-h/lcamorim.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH5WTMAmjI/AAAAAAAAAkQ/3czoxTgJaRQ/s400/lcamorim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355335593423313458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Pituxa, a nossa pinscher Xuxu, tem quatorze anos. Quase não enxerga mais, talvez já não ouça bem, também. Mas é a nossa menina. Quando a gente está em casa, ela está sempre procurando alguém em quem se encostar. Não reconhece a gente de pronto, quando chegamos em casa, mas faz uma festa quando ouve a nossa voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre que eu e Stela viajamos e ficamos quase um mês fora. Fomos a Portugal, para conhecer a terrinha e sempre mantivemos contato com as filhas, que ficaram em casa. E soubemos que Pituxa não comeu por três dias, depois que saímos. Mas isso não foi o pior: ela ficou dias a fio de plantão, sentadinha em frente ao portão da garagem, esperando que chegássemos. Dava vontade de voltar, ao saber disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegamos ao aeroporto de Florianópolis, ela estava lá esperando, junto com o resto da família. Ela não deve ter entendido porque ficamos tanto tempo longe, mas agora fica mais desesperada quando a gente começa a arrumar malas para viajar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não resisti ao registro do fato, pois encontrei um outro bichinho parecido com Xuxu em Coimbra e queria poder falar dela também. Tratava-se um uma chiuaua (ou chihuahua), de pelo avermelhado, pequena, devia pesar um dois ou três quilos. O seu dono era um tocador de violão que, enquanto tocava, colocava-a sentada a sua frente, imóvel, com um porta- -moedas pendurado no pescoço. Havia uma cesta, também, para quem não quisesse colocar as moedas a fazer peso no pescoço da cachorrinha. Ela era mantida em uma coleira e de vez em quando o dono a puxava, para mudar de local e de público. Perguntei a idade dela e ele me disse que ela tinha nove anos. Perguntei se era mansinha, se podia fazer um carinho, ele disse que sim. Tentei passar a mão em sua cabeça, ela até deixou, mas encolheu-se, assustada, como se eu fosse machucá-la. Não falei nada, mas pensei que ela poderia ter sido maltratada para se submeter àquele trabalho. Espero estar errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei comparando a nossa Pitucha, cercada de tanto carinho, com aquela cadelinha que era obrigada a trabalhar. E imaginei a chiuaua (ou chihuahua) na rua, com os dias frios que estavam por vir em Portugal, que agora está na primavera, mas já conta com algumas temperaturas que exigem agasalho. E olhem que a menininha ajudava o rapaz a ganhar a vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-3686441529946711065?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/3686441529946711065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/os-melhores-amigos-luiz-carlos-amorim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/3686441529946711065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/3686441529946711065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/os-melhores-amigos-luiz-carlos-amorim.html' title='Os melhores amigos ( Luiz Carlos Amorim )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH5WTMAmjI/AAAAAAAAAkQ/3czoxTgJaRQ/s72-c/lcamorim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-4440987991714453503</id><published>2009-07-06T06:14:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T06:16:10.688-07:00</updated><title type='text'>Portugal, Terra irmã ( Luiz Carlos Amorim )</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH49m-5q4I/AAAAAAAAAkI/UIs4AStyMyo/s1600-h/lcamorim.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH49m-5q4I/AAAAAAAAAkI/UIs4AStyMyo/s400/lcamorim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355335169240312706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Estive alguns dias em Portugal, coisa que tinha o desejo de fazer há um bom tempo. Passeei por Lisboa, Cidade do Porto, Coimbra e outras cidades menores. Fiquei impressionado pelas partes antigas das cidades, com a belíssima arquitetura, com a manutenção de tudo. A parte nova ou moderna de Lisboa me encantou, pelo toque futurista, como na entrada da estação Oriente do metrô. As pessoas, em geral muito educadas, são às vezes mais expansivas, como o brasileiro, deixando-nos muito à vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversando com moradores de Lisboa e da Cidade do Porto, percebi algumas diferenças na maneira de falar. Notei que algumas pessoas puxam mais pelo xis, como no caso de palavras que tem sc, por exemplo “nascer”. Mas isto é apenas curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me chamou atenção, mesmo, foi a não adesão dos portugueses, ainda, ao Acordo Ortográfico. A começar pela fala cotidiana, passando pela televisão (não ouvi rádio) e até mesmo nos jornais. A acentuação gráfica continua sendo usada como era antes e o “c” e o “p”, por exemplo, de palavras como “actual” e “óptimo”, que com a nova ortografia caem, continuam sendo falados e escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, os portugueses demoraram mais do que qualquer outro país lusófono a assinar o novo acordo e pelo que ouvi em conversa por lá, eles não viam e não vêem com bons olhos a reforma. No Brasil, onde as mudanças são menores, achamos que a reforma era desnecessária, imagine-se Portugal, onde a reforma é mais ampla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem muitas palavras corriqueiras no vocabulário português que têm outro significado aqui no Brasil ou que não são usadas por nós. Como o caso de “fila”, existem muitas outras palavras. Então fico imaginando que a unificação da língua portuguesa, objetivo da reforma ortográfica, nunca vai se efetivar, não sei se felizmente ou infelizmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E já que falamos em jornal, li os grandes jornais portugueses e não pude deixar de verificar alguma diferença em relação aos nossos. Os jornais de lá são grandes, têm muitas páginas, mas tudo é informação, é notícia. Não tem muito aquela coisa de coluna social, por exemplo, que lotam os cadernos de variedades por aqui. Para assuntos como televisão, cinema, música, teatro, arte enfim, alguns deles publicam revistas, que vêm encartadas, fazendo parte da edição normal do jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostei das livrarias em Portugal, elas existem lá mais do que aqui e são bem amplas. O preço, convertendo os euros para cruzados, é mais ou menos igual. Vi que as pessoas lêem bastante. Havia gente lendo no metrô, no ônibus, em praças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo das letras e enveredando pela gastronomia, não dá pra deixar de falar no pão que se faz em Portugal. É uma variedade grande de pães e todos eles são muito gostosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais eu quis comer bacalhau, enquanto estava lá. Em Lisboa, os pratos de bacalhau são praticamente os mesmos em qualquer lugar que se vá e, como aqui no Brasil, não tem muito bacalhau, o que tinha mais era batata. Bolinho de bacalhau é mais difícil de encontrar do que aqui, e não se chama bolinho, mas pastel de bacalhau. E também tem pouco bacalhau, pelo menos os poucos que encontrei, procurando muito. Já em Coimbra comi um bom bolinho de bacalhau e um excelente prato à base de bacalhau. O queijo feito com leite de cabra, de vaca e de ovelha é excelente. E o pastel de Belém também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, tomei muito vinho. Vinho verde, vinho do porto, vinho de todos os tipos e de muito boa qualidade. E naveguei no Tejo. Só não encontrei lá em Lisboa a minha amiga escritora Apolônia Gastaldi, brasileira aqui de Santa Catarina, que agora mora lá, mas acho que coincidentemente ela tinha vindo ao Brasil na mesma época em que fui para lá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-4440987991714453503?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/4440987991714453503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/portugal-terra-irma-luiz-carlos-amorim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/4440987991714453503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/4440987991714453503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/portugal-terra-irma-luiz-carlos-amorim.html' title='Portugal, Terra irmã ( Luiz Carlos Amorim )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH49m-5q4I/AAAAAAAAAkI/UIs4AStyMyo/s72-c/lcamorim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-2329290660992060588</id><published>2009-07-06T06:09:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T06:13:42.202-07:00</updated><title type='text'>O Livro e a Internet ( Luiz Carlos Amorim )</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH4emgYNZI/AAAAAAAAAkA/UtWtcL_vjgo/s1600-h/lcamorim.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH4emgYNZI/AAAAAAAAAkA/UtWtcL_vjgo/s400/lcamorim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355334636536346002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ouvi, há bastante tempo, num telejornal, uma notícia que me deixou feliz, mas ao mesmo tempo descrente: a venda de livros infanto-juvenis, no Brasil, subiu 50% (cinqüenta por cento!). Só que este índice fabuloso, segundo a notícia, era creditado à Internet. E foi este crédito que tornou discutível a informação. Está certo que a Internet facilita a divulgação de quase tudo o que é publicado, tanto no suporte tradicional, o livro impresso, como em outras mídias, proporcionando maiores opções de escolha. Mas daí a dizer que foi ela quem provocou um aumento tão significativo nas vendas, pode caracterizar algum exagero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Internet é um recurso tecnológico valioso na pesquisa de qualquer assunto e uma ferramenta insubstituível nos dias atuais. Mas é sabido, também, que os adolescentes que têm acesso, não vão à rede procurar novos títulos para ler, com raras exceções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles participam de bate-papos em salas de chat, no orkut, skype e outros programas de comunicação, participam de jogos on-line, capturam e trocam músicas, navegam ao sabor dos sites. O que é natural, diga-se de passagem, mas isso ocupa um tempo que poderia ser usado para ler, por exemplo. É, portanto, temeroso, creditar à Internet o crescimento do índice de leitura em crianças e adolescentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o índice de cinqüenta por cento no incremento da venda de livros infanto-juvenis pode ser correto, pois como já escrevemos em outra oportunidade, o que vimos nas últimas Bienais do Livro (e muitas feiras do livro) ajuda a corroborar isto: famílias inteiras foram à feira, pagando ingresso para poder comprar livros e saíam de lá sempre com algum título nas mãos. E quando digo famílias inteiras, quero dizer pais com os filhos – crianças, jovens, adolescentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante que, poucos dias depois de ouvir essa notícia, leio numa dessas revistas semanais de informação, uma matéria de capa a respeito de pesquisa sobre leitura, que veio de encontro àquilo que havíamos concluído: o brasileiro gosta de ler. Ele pode até não ter dinheiro para comprar livros, mas gosta de ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a pesquisa, 78% de cinco mil, quinhentos e três pessoas consultadas em quarenta cidades brasileiras, gostam de ler livros – e há que se considerar que esta é uma esmagadora maioria daqueles que responderam ao que foi perguntado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra descoberta interessante é quanto aos gêneros preferidos por esse índice de 78 % das pessoas entrevistadas, que tinham idade a partir de quatorze anos. Vinte e nove por cento prefere a literatura classificada como adulta pela pesquisa, onde se inclui ficção, história da literatura, ensaios, poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A literatura infanto-juvenil quase não aparece nesta pesquisa, pois os entrevistados tinham a partir de quatorze anos: apenas quatro por cento. Mas se as vendas dos livros infanto-juvenis cresceram cinqüenta por cento – e sabemos que este gênero é um dos que mais vende, nos últimos tempos – em se baixando o limite de idade para sete anos ou menos, na referida pesquisa, o índice seria muito maior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-2329290660992060588?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/2329290660992060588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/o-livro-e-internet-luiz-carlos-amorim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/2329290660992060588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/2329290660992060588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/07/o-livro-e-internet-luiz-carlos-amorim.html' title='O Livro e a Internet ( Luiz Carlos Amorim )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SlH4emgYNZI/AAAAAAAAAkA/UtWtcL_vjgo/s72-c/lcamorim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-1053704153437071762</id><published>2009-04-20T07:27:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:28:37.217-07:00</updated><title type='text'>Os Muppets e o Brasil ( Bruno Peron Loureiro )</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyGkOoMMEI/AAAAAAAAAjg/nGbeS16M3_4/s1600-h/bruno.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyGkOoMMEI/AAAAAAAAAjg/nGbeS16M3_4/s400/bruno.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326780416232534082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Bruno Peron Loureiro ( analista relações internacionais ) :: 31/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum outro programa de televisão, por mais mirabolante que seja, despertou-me tanta atenção e encanto como a série “Os Muppets” ou “The Muppet Show” do nome original. Sempre me apressava para sintonizar o canal e vislumbrar os novos episódios na minha infância. Punha a almofada no chão e me acomodava nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atrativo era a combinação entre bonecos e seres humanos na mesma cena, que usurpavam o mundo um do outro e confeccionavam uma interação inovadora naquele momento. Fantasia e realidade, imaginação e concretude se confundiam com a atuação dos personagens Caco, Piggy, Fozzie, Gonzo, Animal, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que esta série tem a ver com o Brasil se nem havia sido criada aqui? O paralelo que traço parte do cenário realista pressagiado por uma professora de português que tive, aos catorze anos, ao afirmar diante dos alunos em uma de suas digressões: “Vocês vão ver cada coisa lá fora...”. Nunca mais esqueci este alerta. Ele teve impacto. A escola é um ambiente de harmonia artificial entre fantasia e realidade. Mais ainda na infância. O que prescrevem as apostilas são frases soltas sobre um mundo em conflito permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida lá fora confirma a digressão da minha professora. Penso, entre outras injustiças que se celebram com indiferença, nas desigualdades que assolam o país e no contraste temporal em que vivem os segmentos sociais. Basta percorrer as periferias de cidades médias e grandes para notar a falta de infra-estrutura, o desemprego, o abandono, o significado do racismo e a desinformação. Realiza-se nelas o sonho de possuir carros que há vinte anos somente eram acessíveis a poucos, entre outros bens de consumo que dão a aparência de democratização quando saem de moda e se desvalorizam. Dois mundos que se imbricam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os avanços tecnológicos e o liame da modernidade tardam para alcançar as maiorias. Um dirige o carro do ano, enquanto outro limpa seu pára-brisa no semáforo e guarda-o contra furtos. A escola privada é para a minoria, enquanto os demais assistem à deterioração da pública, entre outros prejuízos que tem sofrido a garantia coletiva. O sonho de consumo de alguns é praxe para outros. Dizer somente que o Brasil está dividido em regiões é reducionista. O país, em vez, é um arquipélago de vidas que se encontram casualmente, mas não se reconhecem. Os Muppets representam este jogo entre dois universos. Boneco e realidade. Riqueza e pobreza. Inclusão e exclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gostava tanto da série, que até me presentearam um boneco do Caco, que é o que tem forma de sapo. O encanto me obrigou a guardá-lo de recordação. Tenho-o até hoje. Porém, o uso excessivo naquele momento, o desgaste do tempo, o reconhecimento da realidade e o desencanto de Caco com o que ia encontrando fê-lo perder os olhos, sofrer uns arranhões, torcer um braço, emagrecer por perder muitas bolinhas de isopor que o preenchiam. O eco da realidade e seu arquipélago o extenuaram. Ainda assim ele resiste. E o Brasil não perde a esperança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-1053704153437071762?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/1053704153437071762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/os-muppets-e-o-brasil-bruno-peron.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1053704153437071762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1053704153437071762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/os-muppets-e-o-brasil-bruno-peron.html' title='Os Muppets e o Brasil ( Bruno Peron Loureiro )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyGkOoMMEI/AAAAAAAAAjg/nGbeS16M3_4/s72-c/bruno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-7119233576132333669</id><published>2009-04-20T07:26:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:27:41.463-07:00</updated><title type='text'>Casas fantasma ( Pedro Cardoso da Costa )</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyGVoQVIRI/AAAAAAAAAjY/jCvcpdbp6Vc/s1600-h/pedrocardoso.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyGVoQVIRI/AAAAAAAAAjY/jCvcpdbp6Vc/s400/pedrocardoso.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326780165413740818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Pedro Cardoso da Costa ( Bacharel em Direito ) :: 29/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionários fantasma é mais comum do que verdadeiros. Contas fantasma nem se fala. O fantasma no Brasil predomina. É o único país onde fantasma existe de fato. Agora, o plano de um milhão de casas para solucionar um déficit de 8 milhões é a coisa mais fantasma que já apareceu no Brasil, principalmente, pelo tamanho dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De novo, a imprensa não questiona como criar mecanismos para bloquear o crescimento do déficit e continuar com uma redução gradativa até zerar. Todo debate ficou na cantilena do um milhão, um milhão... sem definição do onde virá o dinheiro total, sem regras definidas, sem critério de escolha de quais estados e cidades serão beneficiados e nem sequer com um terreno acertado. Desta vez é o próprio governo que patrocina casas no espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um lançamento além de pomposo. Autoridades presentes; muita discussão sobre nada e análises sobre nenhuma base efetiva. Retórica que faz parte da cultura nacional de resolver todos os problemas com escritos em papel. Ora numa lei, numa resolução ou num projeto. Agora o presidente avançou. Nem papel. É mesmo a construção verbal de um Milão de casas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do lançamento, nenhuma autoridade ousaria mencionar um local onde estivesse um projeto de compra; nem uma construtora habilidade; nenhuma licitação. Nada, absolutamente nada de concreto. Mas todos os jornais gastaram manchetes com esse fabuloso plano de moradia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como regra, a primeira necessidade de moradia decorre da formação de família desestruturada. Uma ou outra pessoa mora sozinha, mas geralmente por escolha subjetiva e essa pessoa consegue a casa sem necessidade de amparo estatal. Grande parte dos oito milhões precisa de moradias governamentais porque constituiu família sem nenhuma estrutura. Caberiam aos governos, todos, projetos efetivos de planejamento familiar, com linguagem incisiva e permanente sobre a necessidade de criar estrutura material mínima, como moradia e emprego, antes de formar uma família. Ou o Estado secará gelo eternamente. Constrói um milhão, enquanto surge a necessidade de mais dez. E o déficit só crescerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coroou o vácuo desse bolo a menção do presidente de que não há prazo para entrega. Trata-se do único acerto. Não poderia haver previsão para entrega de nada. Os assessores do presidente Lula deveriam orientá-lo a evitar esse linguajar simplório e, às vezes, sem sentido. Esse desprezo à inteligência geral fere o bom senso e o cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siga esse exemplo do presidente e resolva problemas domésticos. Dê um apartamento, um astra novo, um barco, e até um helicóptero aos filhos. Logo eles quererão saber quando vão receber. Responda que seria no dia que o presidente definisse prazo para a entrega da casa de número um milhão. Eles preferirão presentes mais simples com prazo de recebimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-7119233576132333669?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/7119233576132333669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/casas-fantasma-pedro-cardoso-da-costa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7119233576132333669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7119233576132333669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/casas-fantasma-pedro-cardoso-da-costa.html' title='Casas fantasma ( Pedro Cardoso da Costa )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyGVoQVIRI/AAAAAAAAAjY/jCvcpdbp6Vc/s72-c/pedrocardoso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-8993772703483537824</id><published>2009-04-20T07:25:00.001-07:00</published><updated>2009-04-20T07:26:42.166-07:00</updated><title type='text'>A razão do vandalismo (Bruno Peron Loureiro)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyGGnaeBFI/AAAAAAAAAjQ/HLV0HQpEnJc/s1600-h/bruno.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyGGnaeBFI/AAAAAAAAAjQ/HLV0HQpEnJc/s400/bruno.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326779907489793106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Bruno Peron Loureiro ( analista relações internacionais ) :: 26/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que faz alguém praticar atos de vandalismo? Estas ações criminosas partem somente das camadas mais pobres da população? É justo que um indivíduo ou um grupo destrua e manche com o pretexto de que se manifesta a favor de alguma causa? O vandalismo é só aquilo que se pratica contra bens públicos? Existe uma maneira de combater esta prática predatória no Brasil, ainda que contemos com instituições débeis de segurança pública?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maneira mais eficiente que encontrei para esta discussão é a formulação de perguntas, uma vez que queremos saber o que é o vandalismo, o que induz a praticá-lo e como se reduzem os números desta atividade que provoca o desgosto na população. A intervenção de psicólogos tem sido proveitosa para conhecermos o assunto, porém o desacordo a que chegam é o de que há várias explicações para atos vândalos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pichador não costuma ser o mesmo que destrói o assento do ônibus, pois seguem motivações distintas. A definição de vandalismo é difícil de alcançar porque o que é arte para um não passa de depredação para outro. Entre vários exemplos: certas manifestações de pichação ou destruição de janelas de ônibus, monumentos, banheiros e telefones públicos, sinalização viária, lixeiras e pontos de ônibus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A depredação do marcador de raios ultravioleta na praia de Copacabana, Rio de Janeiro, RJ; a quebra de lâmpadas de iluminação pública e furto de cabos de cobre em Campinas, SP; rabiscos no metrô em São Paulo, SP; a pichação em monumentos de Curitiba, PR; e a depredação de túmulos em cemitérios de Joinville, SC, são alguns dos atos nefastos que nos fazem indagar sobre o que leva alguém a praticá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pichação é uma tentativa de transmissão de mensagens privadas em lugares e objetos públicos. O ardor do impulso individual ofusca o interesse coletivo de compreender o significado e usufruir de um monumento, uma praça, ou outra obra e via públicas dentro da proposta de democratização de sua beleza. A pichação desautorizada, entre outros atos de vandalismo, é uma afronta à ordem e ao patrimônio coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um desnível educativo e de propósitos: uns comportam-se como se fossem cidadãos de país desenvolvido, enquanto outros sequer são capazes de jogar garrafinhas plásticas ou embalagens usadas no lixo. O primeiro grupo é capaz de guardá-las para a coleta seletiva, enquanto o segundo atira-las pela janela do ônibus. O vandalismo gera um mal-estar na população e difunde uma imagem denegrida da cidade e do país. Os problemas pessoais de um vândalo não deveriam interferir na relação de outrem com o espaço público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governos municipais têm feito campanhas contra o vandalismo. Entre outras medidas, dispuseram números telefônicos para denúncia e mensagens para desestimular as ações. O problema, no entanto, é o desnível de informação que há na população e a dificuldade de tratar cada caso individualmente. Não é só a carência de educação que causa o vandalismo, mas também problemas psicológicos e a afobação de manifestar-se diante da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo tem sua razão. O aluno tira nota ruim porque não se prepara para o exame, enquanto falta dinheiro para a educação pública no Brasil pela má alocação de recursos. E o vandalismo? Ainda não descobri sua razão. Se é que a tem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-8993772703483537824?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/8993772703483537824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/razao-do-vandalismo-bruno-peron.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8993772703483537824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8993772703483537824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/razao-do-vandalismo-bruno-peron.html' title='A razão do vandalismo (Bruno Peron Loureiro)'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyGGnaeBFI/AAAAAAAAAjQ/HLV0HQpEnJc/s72-c/bruno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-8548422315066330771</id><published>2009-04-20T07:24:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:25:39.813-07:00</updated><title type='text'>Diretores da Câmara ( Pedro Cardoso da Costa )</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyF3np04KI/AAAAAAAAAjI/Q0Qx-BweBao/s1600-h/pedrocardoso.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyF3np04KI/AAAAAAAAAjI/Q0Qx-BweBao/s400/pedrocardoso.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326779649856168098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Pedro Cardoso da Costa ( Bacharel em Direito ) :: 21/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que o Senado se tornou o símbolo máximo atual de malfeitorias na Administração Pública brasileira. Nunca foi nem melhor nem pior do que muitos órgãos públicos. Seus escândalos repercutem mais por ter sempre passado a imagem de uma freira ilibada, quando se tratava de uma mulher mundana. Medidas de moralização só são tomadas, sempre bem aquém do necessário, após denúncias na imprensa. Como a Câmara tem um número muito maior de parlamentares, seria hora da mídia voltar sua fiscalização para aquela Casa. Depois estender às 27 assembléias legislativas e as mais de cinco mil câmaras municipais. O abuso tornou-se cultura nacional e precisa de combate permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não só as horas extras. Devem ser extintas muitas funções comissionadas, as famosas FCs, reduzir em milhões por cento a quantidade de cópias tiradas por quase a unanimidade dos servidores, abusando delas com seus trabalhos escolares; as compras desnecessárias e supérfluas, o gasto com a manutenção de aparelhos ligados, mesmo quando não são necessários; o consumo de combustível, principalmente nas câmaras municipais. As viagens, que tiveram como exemplo o voo da sogra do governador do Ceará. O utilização constante de aparelhos públicos em atividades particulares, mais comum na área da saúde. Tem mais e muito mais abusos a serem extintos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se deve criar um trabalho concomitante, de valor subjetivo. no sentido de elevar o espírito público para evitar que se ache normal usar a máquina pública para interesses particulares. Isso é uma utopia. É sempre a partir dela que as coisas impossíveis se tornam possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elementar que o corte deve subir e acabar com as verbas abusivas de uniforme, de gabinete, uma desfaçatez para comerem dinheiro público. Com o caos social brasileiro, os parlamentares deste país são três vezes mais caros do que os franceses, algumas vezes mais do que os americanos e ingleses. Ou seja, se paga caro demais por algo um produto de péssima qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora flagrante o desvio de finalidade ou a malversação do dinheiro público, o Ministério Público Federal não tem sido atuante na fiscalização e no combate a muitos atos desastrados dos demais órgãos. É hora de agir com mais fervor para conter essa sangria deslavada com o dinheiro da viúva. Caberia aos organismos sociais tentar criar meios que permitam à sociedade acompanhar de perto a destinação do dinheiro, bem como a atuação dos seus administradores públicos para ajudar a controlar a sanha dessa gente sem pudor. É hora implementar um choque de gestão eficiente e um basta em tanta mordomia desnecessária em toda a Administração Pública brasileira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-8548422315066330771?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/8548422315066330771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/diretores-da-camara-pedro-cardoso-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8548422315066330771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8548422315066330771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/diretores-da-camara-pedro-cardoso-da.html' title='Diretores da Câmara ( Pedro Cardoso da Costa )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyF3np04KI/AAAAAAAAAjI/Q0Qx-BweBao/s72-c/pedrocardoso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-7938933333827168515</id><published>2009-04-20T07:22:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:24:15.965-07:00</updated><title type='text'>A saúde e a imaginação ( Bruno Peron Loureiro )</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyFc5_FRDI/AAAAAAAAAjA/ucFDB3n5KgE/s1600-h/bruno.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyFc5_FRDI/AAAAAAAAAjA/ucFDB3n5KgE/s400/bruno.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326779190920692786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Bruno Peron Loureiro ( analista relações internacionais ) :: 19/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dilema da saúde no Brasil apresenta-se entre o Sistema Único de Saúde (SUS), que se deteriora pelo corte de gastos públicos e pressão de lobistas (grupos que influem os servidores públicos a favor de seus interesses), e o sistema privado que, entre outras demonstrações de que a saúde não é objeto de leis de mercado, aumenta o preço dos planos proporcionalmente à idade ou cancela a prestação de serviços para idosos. Esta balança pesa mais de um lado porque, quando o cliente mais precisa, o plano tira o corpo e sobra para o SUS fazer tratamento de doenças para as que aquele não oferece cobertura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive duas motivações para escrever este texto: uma é a leitura de um foro de discussões sobre a saúde pública no Brasil e outra, de um artigo que recomendava aos detentores de planos de saúde usar artimanhas para agendar consultas mais rapidamente, uma vez que o agendamento pode levar meses quando se trata de convênio e ser no mesmo dia quando particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saúde não deveria ser objeto de ganância, lucro e especulação financeira como se tratasse de qualquer produto no capitalismo. Tampouco acredito em concorrência entre empresas de plano de saúde como se participassem do mesmo campeonato que produtos banais de supermercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é falar de concorrência entre empresas que vendem medicamentos e equipamentos médicos, outra é inserir na mesma esfera de mercado a assistência à saúde e os direitos de acesso a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O risco é o de que jovens saudáveis continuem pagando por planos de saúde quase sem usá-los, enquanto se nega este serviço a idosos que mais precisam dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os discursos do “Programa Mais Saúde” da gestão atual de Lula, como os de equidade, integralidade e universalidade do acesso à saúde, ocultam os conflitos entre o interesse público e o dos planos privados, hospitais e médicos insatisfeitos com os salários. Estes discursos residem na terra da imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não será um pequeno grupo de burocratas que controlará como deve ser a saúde no Brasil, pois concentraria as pressões de setores interessados em corrompê-lo e as decisões não partiriam de um diálogo democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proponho o fim gradual dos planos de saúde sem o qual dificilmente se juntarão forças para lutar por uma saúde pública eficiente e para todos. Os cidadãos que têm melhores condições de pressionar a favor da melhora do SUS hoje se iludem de resolver seus problemas por meio dos planos privados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia é a de atribuir legalidade somente a empresas públicas, e várias de modo que haja concorrência, atuando no setor de saúde e reguladas por agência estatal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta maneira, os impostos poderão baixar e o Estado continuará oferecendo serviços de saúde, mas sem o objetivo do lucro voraz, e com a perspectiva de melhor qualidade e eficiência. Seria um equilíbrio entre burocratas e empresários da saúde, ao contrário de deixá-la somente nas mãos do Estado ou do mercado. Na terra da realidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-7938933333827168515?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/7938933333827168515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/saude-e-imaginacao-bruno-peron-loureiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7938933333827168515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7938933333827168515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/saude-e-imaginacao-bruno-peron-loureiro.html' title='A saúde e a imaginação ( Bruno Peron Loureiro )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyFc5_FRDI/AAAAAAAAAjA/ucFDB3n5KgE/s72-c/bruno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-7754252215524377723</id><published>2009-04-20T07:20:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:22:13.791-07:00</updated><title type='text'>Um antro! ( Pedro Cardoso da Costa )</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyE-6bK05I/AAAAAAAAAi4/Fq3vEr2bPhY/s1600-h/pedrocardoso.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyE-6bK05I/AAAAAAAAAi4/Fq3vEr2bPhY/s400/pedrocardoso.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326778675642422162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Pedro Cardoso da Costa ( Bacharel em Direito ) :: 17/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cova funda e escura. Lugar de corrupção.” São definições do dicionário Aurélio, que define bem no que seria o Senado brasileiro hoje. A primeira seria a correta, a segunda, figurativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco tempo era seu presidente, Renan Calheiros, que não conseguia explicar o padrão de vida com o salario que recebia. Até que um gado de ouro deixou tudo às claras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro, com um passado apenas de veterano na política, onde ocupou o cargo máximo por cinco anos e não resolveu problema nenhum, José Sarney foi eleito o mais novo-velho presidente da Casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, foi a vez de Fernando Collor, de cujo passado nenhuma alma consegue esquecer, ser eleito presidente da Comissão de Infraestrutura para zelar pelo gasto de bilhões de reais. Muita gente teve pesadelo com a imagem daquele seu tesoureiro tão límpido quanto a água do rio Tietê em São Paulo. Não deu para esquecer nem da aquisição de umas calcinhas pela ex-primeira-dama. E a imprensa deveria ter rediscutido tudo que envolveu o ex-presidente da República, único legalmente expulso na história brasileira, e um dos poucos no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda tiveram as denuncias do senador Jarbas Vasconcelos. E o coroamente veio com o pagamento de mais de 6 milhões em horas extras para servidores no período de férias. Essa medida que corroborou com uma posição de Diogo Mainardi que dizia do prejuízo que traz ao Brasil quando os congressistas trabalham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sempre nessas ocasioes, logo o responsável direto explicou que fora tudo pago na mais ampla legalidade. Sempre é assim. Ao Exceleentíssimo devem ser lembrados os Princípios Constitucionais básicos que norteiam a Administração Pública, principalmente o da moralidade. Outro café requentado nos meus comentários é que nenhum ato adminitrativo pode ser legal se for imoral. E estas horas extras são flagrantemente imorais. Isso tudo ocorre devido ao comodismo da nação, e por que já se aceita tudo como natural na política, devido à nação está vencida pelo cansao e pela repetição de atos abomináveis como estes. Ninguém usa o telefone geral do Senado, 3303-4141, nem os email dos senadores, nem o sitio www.senado.gov.br. Muito menos aparece um protesto por uma organização sindical, conivente, em função do favorecimento aos servdores. Também nenhum renomado se manifesta. Ninguém ouve a mais nova versão de Deus em carne e osso, Pelé; nem Zico, Mãe Dinah, Xuxa, um bispo, um guru, ou seja lá quem for. Nenhum senador se manifestou contra. Nem Suplicy! A bandalheira foi geral. E a imprensa nem sequer fez mais aquela comparação de quantos carros populares seriam comprados, quantas casas próprias seriam construídas com essa montanha de dinheiro, ou, em notas de cem reais, quantas voltas daria ao mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério Público federal tem o dever de mover ação, ao menos, para apurar improbidade administrativa, senão possíveis crimes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nação brasileira tem que exigir a devolução desse dinheiro e a extinção definitiva das práticas dissimuladas para comer dinheiro público. Nada explica o pagamento de tanta hora extra. Que se adeque o serviço ou se contrate servidores. Essa mamata, e outras dessa natureza, tem que acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plagiando Janio de Freitas, a fossa não para de transbordar, mas a limpeza nunca vem; ao contrário do que afirmou o fantástico colunista. E que lembrança involuntaria daquele senhorzinho que sujou sua bengala em Zé Dirceu! Com ações como esta, a definição de lugar de corrupção torna-se inerente. Mas, no caso do Senado, tem o sentido que as pessoas comuns dão a lugar onde, além de corrupção, inspira desrespeito, vileza, prostituição, baixeza. É isto. O Senado está prostituto. Tornou-se um antro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-7754252215524377723?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/7754252215524377723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/um-antro-pedro-cardoso-da-costa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7754252215524377723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7754252215524377723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/um-antro-pedro-cardoso-da-costa.html' title='Um antro! ( Pedro Cardoso da Costa )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyE-6bK05I/AAAAAAAAAi4/Fq3vEr2bPhY/s72-c/pedrocardoso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-2094366466787740172</id><published>2009-04-20T07:16:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:19:27.406-07:00</updated><title type='text'>Minha querida maezinha! ( Mauricio Martins )</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyEV3v9y6I/AAAAAAAAAiw/HVJcUiA4tr4/s1600-h/mauricio.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyEV3v9y6I/AAAAAAAAAiw/HVJcUiA4tr4/s400/mauricio.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326777970549705634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Mauricio Martins ( jmauric@click21.com.br ) :: :: 15/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou daqueles que detesta a hipocrisia, prefiro ser autentico, mesmo que certas pessoas não aceitem minhas “verdades”, por isso, ao invés de falar da vida dos outros, prefiro falar da minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo o livro de Augusto Cury, “ Maria, a maior educadora da História”, uma imensa saudade abrasou meu coração. E veio à minha memória, a figura de minha querida mãezinha, Rita Martins da Silva, (que neste domingo, 15 de março completa 75 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro o autor nos revela a grande coragem de Maria, que aceitou participar do sonho de Deus, o qual se tornou seu próprio sonho, pois, antes de casar com seu esposo José, ao receber a visita do anjo Gabriel e aceitar a proposta de Deus, de conceber do Espírito Santo o seu filho, que vinha para libertar seu povo e por extensão toda a humanidade. Ela não hesitou do convite, mas, Maria teve medo de ser apedrejada (era costume da época), afinal, quem naquela aldeia entenderia a sua gravidez? Como explicar o inexplicável? Que parente a acolheria? Que amiga lhe daria ouvidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual religioso a entenderia? Maria, não era filha de sacerdote, mas sua relação com Deus era estreita, íntima, ultrapassando o limite da religiosidade. Maria cresceu numa nação em conflito, onde a miséria fazia parte do traçado existencial das pessoas. Roma dominava os povos com tributos pesados, onde o povo trabalhava mais e mais para saciar o luxo do Império e a vaidade do César.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, Jesus, nasceu neste mundo de miseráveis, excluídos da sociedade e da sua fé, abandonados a própria sorte, mas sem perder a esperança na vinda do Salvador. Com certeza não foi nada fácil Maria educar seu filho Jesus, para ser autor da sua própria história. Maria como toda a mãe curtia seu filho a cada momento, Ela ensinava e aprendia muito, onde a mãe descobria o filho como Ele era, e o filho descobria a sua mãe carinhosa, protetora e bondosa, a casa de Maria era uma escola viva, onde as emoções borbulhavam, a cada nova descoberta de experiências excitantes e assim formou o homem Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 52 anos atraz, também não foi diferente pra uma jovem de 22 anos no interior do Pará, mas precisamente na cidade de Bragança, a chamada mãe solteira, dar à luz ao seu filho, educá-lo com todas as dificuldades de sua época, para este menino, um dia ser um homem de caráter, cumpridor de seus deveres e obrigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes, quando ela reclamava de uma pequena dor de cabeça, Eu, criança pedia ao papai do céu pela sua saúde (e ainda faço até hoje), pois tinha medo de perdê-la, imaginava o que seria de mim sem o seu carinho, o seu amor. Minha mãe foi tudo pra mim, às vezes pai, irmã e irmão, meu porto seguro, minha verdadeira inspiração para lutar pelos meus sonhos e objetivos de um dia constituir minha própria família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza, foram dias difíceis e horas árduas de trabalho e incertezas sobre meu futuro neste mundo cão, mas graças a Deus e a ti mãe, consegui superar a tudo com muita fé, dedicação e amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe, me embala no teu colo, me faz dormir!&lt;br /&gt;Pois dos teus braços fortes, eu nunca esqueci!&lt;br /&gt;Quero voltar a ser criança, teu lindo bebê!&lt;br /&gt;Obrigado meu amor e perdão, se te fiz sofrer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ps: - Esta crônica dedico a você mamãe, mulher de fibra e muita coragem. Feliz Aniversário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-2094366466787740172?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/2094366466787740172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/minha-querida-maezinha-mauricio-martins.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/2094366466787740172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/2094366466787740172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/minha-querida-maezinha-mauricio-martins.html' title='Minha querida maezinha! ( Mauricio Martins )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyEV3v9y6I/AAAAAAAAAiw/HVJcUiA4tr4/s72-c/mauricio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-6887229593923620263</id><published>2009-04-20T07:14:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:15:33.788-07:00</updated><title type='text'>Dia do olho roxo ( Pedro Cardoso da Costa )</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyDfjbpcoI/AAAAAAAAAio/WRMbZxMOTEI/s1600-h/pedrocardoso.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyDfjbpcoI/AAAAAAAAAio/WRMbZxMOTEI/s400/pedrocardoso.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326777037382840962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Pedro Costa Cardoso ( Bacharel em Direito ) :: 09/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece daquelas brincadeiras de mau gosto, mas não é. Trata-se de definição de uma delegacia da mulher fazendo referência à segunda-feira, dia de maior incidencia de espancamento pelos companheiros, maridos, amantes e namorados. Parece uma brincadeira, pois é colocada como se fosse uma coisa normal do cotidiano. Não é. Quem espanca qualquer pessoa comete crime, e quem comete crime é criminoso. Toda discussão correta tem que começar deste ponto. De outra forma é distorção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a decantada lei Maria da Penha foi aprovada como solução da violência contra mulheres, discordei e mencionei em artigo a ressalva de que se tratava de lei mais benéfica do que o Código Penal. E lei penal mais benéfica é obrigatória a sua aplicação. A lei especifica a pena mínima de três meses. O Código Penal prevê dois anos, quando a agressão causa deformidade permanente (art. 129, § 2º, IV). Mulheres com partes queimadas dos corpos, com pedaços arrancados ou com imensas cicatrizes são o que se vê todo dia na televisão e nas delegacias. Alguém precisa explicar a diferença da deformidade da mulher espancada pelos companheiros de outra causada por um estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, vários outros artigos podem ser aplicados, No meio de tanta violencia há tipicidade de crimes como cárcere privado, extorsão de bens, abortos provocados em decorrencia das agressões, abuso do pátrio poder e a maioria poderia ser tipificada como tentativa de homicídio, já que muitas mortes não se concretizam por interferência de terceiros. Essas agressões vem para fazer as mulheres calares sobre condutas reprováveis como traição, namoro, bebedeiras, jogos e outras incompatíveis com a vida conjugal. Também se deve ressaltar que os agressores se aproveitam de suas condições de brucutus contra frágeis mulheres. Em grande parte são covardes incapazes de levantar a voz contra outros de seu porte e descarregam suas frustrações sobre aquelas a quem deveriam protegê-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podem ser amenizados pela relação de parentesco. Caso arrancassem pedaço de um vizinho seria crime. Aceitar que pode tirar pedaços da esposa, da companheira é dá um atestado de impunidade sobre um crime covarde e hediondo. E de ação pública, o que não permitiria direito de perdão pela vítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixar a defesa por conta das próprias vítimas é não querer enfrentar o problema como se deve. É simplificar demais. É facilitar a ação desses brucutus, toscos e torpes. As mulheres sofrem primeiro o domínio psíquico. Não tem forças para se defender sozinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algum tempo o ator Kadu Moliterno agrediu a esposa. A rede Globo, ao menos, poderia ter expedido um manifesto de repúdio e não permitir trabalhar como ator. Essa permissão ajuda a passar a ideia de que alguns podem agredir sem punição. E não vale a máxima de que o pessoal é separado do profissional. Não é e não deve ser. Pois o comedimento vem em função de possíveis punições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo os órgãos públicos, o Ministério Público, a sociedade em geral, as instituições de voluntários precisam se unir para criar mecanismos efetivos de defesa às vítimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já as mulheres precisam tomar a iniciativa de sua própria defesa, já que são elas que sofrem as torturas. Generalizar o conceito de que agressão física jamais será aceita. Só colocar letras em papel, chame-se isso de lei, nada resolve, conforme comprovado pelo aumento de assassinatos de mulheres pelos companheiros. Quem causa lesão corporal ou agride é bandido e como tal deve ser severamente punido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-6887229593923620263?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/6887229593923620263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/dia-do-olho-roxo-pedro-cardoso-da-costa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/6887229593923620263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/6887229593923620263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/dia-do-olho-roxo-pedro-cardoso-da-costa.html' title='Dia do olho roxo ( Pedro Cardoso da Costa )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyDfjbpcoI/AAAAAAAAAio/WRMbZxMOTEI/s72-c/pedrocardoso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-7502971893462240627</id><published>2009-04-20T07:12:00.001-07:00</published><updated>2009-04-20T07:14:10.019-07:00</updated><title type='text'>Parabéns a todas as mulheres bragantinas neste dia da Mulher</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyC9g0xKoI/AAAAAAAAAig/iX3UDtcmJqE/s1600-h/diadamulher.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 161px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyC9g0xKoI/AAAAAAAAAig/iX3UDtcmJqE/s400/diadamulher.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326776452567345794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Madson Oliveira ( Editor do Correio ) :: 08/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOMENAGEM DO JORNAL ON LINE CORREIO BRAGANTINO AS MULHERES BRAGANTINAS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, não quero ser a mulher forte, com atitude de leoa, sedutora, aquela que luta, defende, conquista, consola, abriga...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, eu quero deixar que a mulher sensível, delicada, romântica, frágil... seja vista e sentida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero um carinho, um abraço, um colo... Quero braços que me envolvam protejam, abriguem. Quero um corpo onde possa me aconchegar; um ombro para poder chorar, uma mão que acaricie meus cabelos, olhos que vejam as lágrimas cairem no meu rosto quando falo dos meus medos ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma boca que me diga palavras de ânimo e esperança e que me beijem com amor e carinho! Quero olhos que vejam minha fragilidade, que me admirem por ser delicada e que não desejem que eu tenha que ser sempre forte! Quero ser admirada, notada, e quero que me queiram por também ter um lado frágil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero que me admirem por ser mulher na sua essência, não só o lado leoa, mas o lado beija-flor e também flor! O lado que necessita do outro que também precisa receber! Quero hoje... a fragilidade de ser MULHER!!!.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-7502971893462240627?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/7502971893462240627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/parabens-todas-as-mulheres-bragantinas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7502971893462240627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7502971893462240627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/parabens-todas-as-mulheres-bragantinas.html' title='Parabéns a todas as mulheres bragantinas neste dia da Mulher'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyC9g0xKoI/AAAAAAAAAig/iX3UDtcmJqE/s72-c/diadamulher.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-6937325914629401616</id><published>2009-04-20T07:10:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:12:05.089-07:00</updated><title type='text'>Crise da criatividade ( Bruno Peron Loureiro )</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyCrNvZ3sI/AAAAAAAAAiY/DvxRcCqtvMI/s1600-h/bruno.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyCrNvZ3sI/AAAAAAAAAiY/DvxRcCqtvMI/s400/bruno.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326776138206928578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Bruno Peron Loureiro (analista relações internacionais) :: 03/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos a um momento de crise da criatividade, que se deu após a turbulência de idéias dos séculos anteriores, em especial, das últimas décadas. O que não quer dizer, porém, que é o fim do ser criativo ou que já não é possível mais criar, uma vez que o processo continua ainda que paulatina e surpreendentemente. Parto da premissa de que a criatividade não é a mesma coisa que acúmulo de conhecimentos: aquela tem a ver com a fluidez da imaginação e o uso da inteligência, enquanto este se refere simplesmente ao depósito de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos para os argumentos. As eleições passadas formaram coleções de discursos políticos clichês ou que repetem como papagaio os de décadas ou até séculos atrás se levarmos em consideração os sistemas políticos de vários países. O mais grave é que as propostas, quando existem, quase sempre se amparam em princípios implantados em outro contexto e importados por nosso país sem que se considere necessariamente a realidade em que vivemos. A menos, é claro, que se proponha construir uma ponte ou uma creche em tal bairro, e aqui alguns supõem que haja criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É cada vez mais profusa a cópia de trabalhos intelectuais ou obras artísticas por preguiça de um suposto criador. Os filmes que passam nos cinemas exigem um cuidado especial para que não se confunda ficção com realidade, embora o mesmo autor esteja em vários deles ou pressuponhamos que se trate de criação. Os de terror dificilmente saem dessa de casa amaldiçoada ou de mitificação do desconhecido; os de aventura trazem atos heróicos, quando não sensacionalistas, de final feliz; e o de histórias de amor às vezes recheiam com algum problema atual para parecerem criativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentei de idéias que se oferecem como propostas para a regulação da nossa situação política e social, de um gênero de indústria cultural que são os filmes, e acrescento que na televisão ocorre um processo semelhante de crise da criatividade, mas que se faz passar por novidade. Um programa tende a imitar o outro em função da audiência. Desde as pegadinhas até os “reality shows”, que passaram por Europa e Estados Unidos e logo apareceram em “Casa dos artistas” e “Big Brother Brasil”, com todas as suas edições anuais. O mesmo com o “American Idol” estadunidense, que inspirou o “Ídolos” brasileiro. E faz sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao “Se vira nos trinta” do Domingão do Faustão, contudo, dou-lhe crédito como incentivador das manifestações populares de criatividade. Até mais do que atribuo às novidades da Polishop e de outras empresas, que de tão estapafúrdias acabam sendo opções criativas para os consumidores que querem produtos de limpeza mais eficientes, televisores que cabem na palma da mão ou acessórios de ginástica e fortalecimento muscular que fazem todo o trabalho enquanto o usuário está relaxado, entre os portáteis e que ocupam menos espaço. Poderíamos achar que a criatividade não está tanto em crise porque nos tornamos mais exigentes. Queremos o mesmo, mas em nova roupagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brasileiro é muito criativo, diverso e inteligente, porém aguarda passivamente que alguma instituição o promova sob risco de que sua criatividade fique mal representada. E é o que acontece na maioria dos casos. A crise a que mais me refiro é a de domínio oligopólico das indústrias culturais e comunicacionais, que, em função do lucro e da ganância, acabam limitando a criatividade do ser humano. Logo, se não está na tevê, ninguém vê, ninguém escuta, ninguém sabe. Assim se alimenta o estancamento da criatividade e difundem-se impressões e registros de um mundo ditado por poucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um olhar atento ao que o mundo já criou sugere, no entanto, que estamos num momento de crise da criatividade. Por mais que cada ser humano seja único e original (que gêmeos são completamente iguais?), o que parece faltar é a mobilização dos elementos que fazem da nossa realidade distinta e, portanto, autêntica. Deve haver algum jeito de continuar criando, ainda que não seja artista ou cientista. Nem todo criador o é dentro de uma profissão. O lado direito do cérebro é associado à criatividade. Quem sabe uma massagem neste hemisfério o reacenda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-6937325914629401616?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/6937325914629401616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/crise-da-criatividade-bruno-peron.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/6937325914629401616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/6937325914629401616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/crise-da-criatividade-bruno-peron.html' title='Crise da criatividade ( Bruno Peron Loureiro )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyCrNvZ3sI/AAAAAAAAAiY/DvxRcCqtvMI/s72-c/bruno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-6997848966603067195</id><published>2009-04-20T07:09:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:10:20.977-07:00</updated><title type='text'>Garçom ( Ronaldo Duran )</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyCRmCbKQI/AAAAAAAAAiQ/KTr2S0vz3Kk/s1600-h/duran.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyCRmCbKQI/AAAAAAAAAiQ/KTr2S0vz3Kk/s400/duran.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326775698052557058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Ronaldo Duran ( ronaldo@ronaldoduran.com ) :: 26/02/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peguei carona. Desço, atravesso a Avenida das Nações Unidas. À entrada do restaurante, as mãos ocupadas com os livros, me esforço para cumprimentar o pessoal. Corro para o quartinho. Sim, tô atrasado. A aula de anatomia me pegou. E nem dava para sair mais cedo: eu estou meio enroscado. Preciso melhorar as notas. Estou me aplicando o máximo. Primeiro, para o conhecimento entrar na caixola; segundo, para exibir uma pose de comprometido com a aula, isto conta ponto com a mestra. Nem pense me deixar mais numa dep, professora. Eu preciso fechar este semestre melhorzinho, se não corro o risco de não concluir o curso de Fisioterapia em quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem gasto muito tempo na troca de roupa. Quando a disciplina é mais laboratório ou em sala de aula, vou vestido de calça, sapatos, meia pretas. Aqui, apenas troco a camiseta pela camisa branca e a gravata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ei, boa vida”, disse o maître rindo assim que me aproximo do caixa, “leva o prato da mesa 28”. E lá fui eu. A fome me roendo o estômago. Complicado, antes de começar a trabalhar eu sempre janto. O dia que chego mais tarde, contudo, o horário de janta coletiva já se encerrou e a turma está no maior alvoroço. Claro que eu como depois. Basta escapulir para o interior da cozinha, e com cara de pidão, conseguir meu prato com o cozinheiro zombador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que absurdo! Na hora que fui cortar o bife a cavalo da mesa 28, o treco escapou e foi parar no chão. O maître corre. Pede desculpa. E providencia outro prato na cozinha. “Que mancada!”, me adverte. “Talvez por que não jantei”, respondo. “Tá, então vá jantar”. E sigo para cozinha. Sei que este episódio consumirá a semana toda como lenha para zoarem comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela chega, e com ela desperta minha paixão adormecida. A gerente. Sim, parece romance. Eu daria tudo para depositar um beijo em seu rosto. Não faço às vezes de patinho feio. Sou despojado. Até trocamos idéias legais. Sinto, porém, que ela me trata como um subalterno, que minha paixão é unilateral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou grato por ela existir, e estar aqui perto de mim. Por causa dela eu experimento essa sensação gostosa. À noite, na minha república solitária de fim de semana, quando estou estudando, penso nela, em seu rosto, no seu modo de desfilar quando anda, no jeitinho de falar. Faz-me companhia sua imagem bailando em minha mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos torcer que a caixinha hoje seja mais gorda. Preciso pagar a apostinha de Fisiologia III, além de comprar um tênis decente para as aulas de educação física da quinta-feira de manhã. Eu vou trampar com vontade, e espero que os clientes e suas gorjetas me sorriam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-6997848966603067195?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/6997848966603067195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/garcom-ronaldo-duran.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/6997848966603067195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/6997848966603067195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/garcom-ronaldo-duran.html' title='Garçom ( Ronaldo Duran )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyCRmCbKQI/AAAAAAAAAiQ/KTr2S0vz3Kk/s72-c/duran.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-7676288380098336601</id><published>2009-04-20T07:08:00.001-07:00</published><updated>2009-04-20T07:08:58.002-07:00</updated><title type='text'>Seja diferente! Mas seja você mesmo! ( Mauricio Martins )</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyB8aMfjwI/AAAAAAAAAiI/OIdCZKwtq7k/s1600-h/mauricio.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyB8aMfjwI/AAAAAAAAAiI/OIdCZKwtq7k/s400/mauricio.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326775334096310018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Mauricio Martins ( jmauric@click21.com.br ) :: :: 22/02/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não! Não sou psicólogo, mas apenas alguém que já foi jovem e hoje é pai de quatro adolescentes, só quero entender um pouco a geração atual, uma juventude que busca nas atitudes e aparências ser diferente (está na moda) para agradar sua galera, mas como ser diferente sem agredir os conceitos da moral e dos bons costumes.Vivemos no Brasil, um país diferente, um lugar, que tem negros, brancos, amarelos, enfim, numa sociedade que impõe valores baseados no ter e no poder, rotulando a tudo e a todos de maneira preconceituosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A globalização via Internet, permite um contato rápido com o mundo, onde o modismo imposto pelo consumismo cria conceitos duvidosos, que discrimina os que por algum motivo atendem um perfil correto no modo de vestir, de falar, de se comportar, desprezando os sentimentos, a cultura, os pontos de vista religiosos do individuo. Como também, não aceitam que outros experimentem a diferença, isto implica dizer que, usar tatuagem, piercing, cabelo colorido, falar em código deixa o individuo “esquisito”, um louco, um exagerado, um inconseqüente, portanto, é preciso respeitar as diferenças, olhar o próximo com olhos do coração (ver diferente), pois na verdade, a diferença encontra-se no Eu de cada individuo, na formação moral, no fortalecimento espiritual, na facilidade de amar o seu “irmão”, de ser fraterno e solidário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha época de garoto, vivenciamos os movimentos “Hippie”e “Brack-power” que pregavam o amor livre, onde o lema era: É proibido proibir. Pregava-se a convivência em comunidades sem noção da barreira entre tempo e espaço, uma juventude sem compromisso, sem obrigação ou deveres, tudo isso aliada à necessidade de paz e liberdade, uma forma de luta contra o preconceito racial na América, a guerra do Vietnam e a ditadura militar no Brasil.Em busca desta liberdade, muitos jovens ficaram cegos e não perceberam que estavam sendo usados, e cada vez mais presos a conceitos errôneos, buscando o prazer pelo prazer, sem descobrirem a verdadeira essência do prazer “a vida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu com estes jovens? Boa pergunta meu caro leitor, mas não tenho a resposta, sei apenas que Eu nasci em Bragança no Pará, e, como dizem por lá, “sou um papa-açaí” e sou feliz por ter nascido ali, junto ao rio Caeté, amei os Beatles e curti os Roling Stones, sobrevivi, (embora desde meus dezeseis anos tenha enfrentado uma barra), morando sozinho, estudando para ser alguém (que pudesse um dia construir sua família), sem me prostituir, sem me drogar, sem me corromper, na certeza de que vale apena cultivar os princípios divinos, ser honesto, ter responsabilidades, enfim, ser um “homem”de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que devemos passar aos nossos jovens?. Qual herança que eles devem herdar?.São perguntas difíceis de responder, pois, diante de tantas diferenças, não podemos julgar alguém, sem antes conhecê-lo direito. Se faz necessário repensar alguns conceitos, fortalecer certos valores, mas principalmente amá-los como eles são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o Jovem de Nazaré, filho de Deus, que veio ao mundo para anunciar uma nova civilização, viveu de forma simples, contou histórias de lições lindas, realizou belos milagres, ensinou o amor, viveu o amor, é AMOR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Esta crônica dedico aos meus inesquecíveis amigos Paulo Vitor Monteiro, Roberto Monteiro, Sanjean Jacó, Juarez, Maria Lair, Regina Célia da escola Professor Paixão, no ano de 1974.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-7676288380098336601?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/7676288380098336601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/seja-diferente-mas-seja-voce-mesmo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7676288380098336601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7676288380098336601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/seja-diferente-mas-seja-voce-mesmo.html' title='Seja diferente! Mas seja você mesmo! ( Mauricio Martins )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyB8aMfjwI/AAAAAAAAAiI/OIdCZKwtq7k/s72-c/mauricio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-4738356822299416028</id><published>2009-04-20T07:05:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:06:47.350-07:00</updated><title type='text'>C’est Jolie, La Sociologue ( Ronaldo Duran )</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyBZ7HbKXI/AAAAAAAAAiA/TC5e_I6XX_M/s1600-h/duran.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyBZ7HbKXI/AAAAAAAAAiA/TC5e_I6XX_M/s400/duran.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326774741637998962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Ronaldo Duran ( ronaldo@ronaldoduran.com ) :: 19/02/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se bocejo é culpa do calor. Pode parecer implicância de europeu, mas não é. A frase o calor está castigando escutei várias vezes nestes três dias em São Paulo. A I Jornada Paulista Sobre Crianças Abandonadas fornece um panorama da realidade brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi o convite de um de meus ex-orientandos e quis retribuir a gentileza de ter tido vários alunos brasileiros nos meus mais de dez anos de livre docente na Sorbonne. Pesou também a emoção que é visitar a terra dos mitos Florestan Fernandes e Milton Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente, o calor me amolece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, ela se levanta. Caminha para frente da platéia. Sua vez de expor. Ela me toma a atenção de uma forma pouco comum. Não sou assexuado, mas raramente noto o corpo de uma expositora. Levo muito a sério meu trabalho, e que me lembro, jamais faltei com respeito para com minhas colegas de profissão. Mas ela me abraçou a alma. Talvez a pele morena? Ou o gingado do corpo? Quem sabe a sensualidade despretensiosa em sua fala?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai ver é culpa de Jorge Amado. Há uns seis meses, adentrei na leitura do genial baiano, caprichoso porta-voz da cultura brasileira, a qual é mistura ímpar entre negro, índio, branco e asiático. Seria a personificação de Gabriela Cravo e Canela a moça que vejo? Esquivo-me do meu tradicional mau-humor foucaultiano, dando um tempo até para o gramscinismo que domina meu pensamento nos dias normais. A blusa vermelha combinado com os delicados sapatos, o penteado simples, a calça que parece cair como luvas em suas belas curvas. Diante dela eu prefiro ser positivista do que negativista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil me encanta. Nunca o encarei como turismo sexual. Longe disso. Gosto de sua gente. Simpática, acolhedora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou me sentido mal. Ela se esforçando para apresentar o trabalho científico, que deve ter tomado noites inteiras e, com o incentivo pouco dado no Brasil, dá-se para imaginar como sofrera para formar-se. E eu aqui olhando suas curvas. Sinto-me desonesto. Tento desviar o olhar. Centrar-me nas tabelas estatísticas, na explanação acurada. Que nada. Minha visão é arrastada para ela. A situação é incomoda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é a Iracema tão bem cantada por José de Alencar. C’est jolie, la sociologue. Obrigado Brasil por brindar a humanidade: a beleza de mãos dadas com a aridez sociológica. La jeune femme, c’est une lune éclatante. Je m’écorche mon coeur. A apresentação terminou. Não ousei olhar para suas nádegas. Quero, sim, guardar a imagem vivaz de sua exposição, sentada ou em pé, esbravejando sobre a injustiça social, sem sufocar seu ser feminino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-4738356822299416028?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/4738356822299416028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/cest-jolie-la-sociologue-ronaldo-duran.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/4738356822299416028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/4738356822299416028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/cest-jolie-la-sociologue-ronaldo-duran.html' title='C’est Jolie, La Sociologue ( Ronaldo Duran )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyBZ7HbKXI/AAAAAAAAAiA/TC5e_I6XX_M/s72-c/duran.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-8411885389465049638</id><published>2009-04-20T06:57:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T07:04:33.701-07:00</updated><title type='text'>Mortalidade Infantil ( Bruno Peron Loureiro )</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyA4Id21SI/AAAAAAAAAh4/qnwcovyWwAM/s1600-h/bruno.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyA4Id21SI/AAAAAAAAAh4/qnwcovyWwAM/s400/bruno.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326774161106195746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Bruno Peron Loureiro ( analista relações internacionais ) :: 17/02/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há certos destinos, como a morte de algumas crianças até um ano. Refiro-me a um número baixo, uma porcentagem, segundo ocorre nos países mais prevenidos. A fatalidade pode seguir uma ordem que está além de qualquer esforço humano. No entanto, é inaceitável que crianças em idade tão precoce deixem a vida por falta de instrução familiar, condições precárias de saúde, carência de educação e meios para a sobrevivência, entre outras causas que se podem evitar num país mais preparado e justo. A taxa de mortalidade infantil no Brasil, em relação à América do Sul, só não é pior que as de Bolívia e Paraguai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou tratando de um dos indicadores de desenvolvimento humano de um país, entre outros como expectativa de vida, educação e renda. O Ministério da Saúde e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) definem taxa de mortalidade infantil como o número de mortes de menores de um ano de idade a cada mil nascidos vivos num espaço geográfico e ano considerado. Estas instituições associam a taxa principalmente às condições de saúde e desenvolvimento econômico. No indicador de mortalidade infantil, países como Cuba, Argentina, Chile, Costa Rica e México estão em melhor situação que o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soa promissor o discurso oficial de que nosso país alcançará a meta global de reducação da taxa de mortalidade infantil até 2011, portanto antes do prazo estipulado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Esta propôs os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, que, entre outros tópicos como a erradicação da fome e da pobreza extrema, a garantia do ensino básico universal e da sustentabilidade ambiental, sugeriu a redução em dois terços da mortalidade de crianças menores de cinco anos entre 1990 e 2015. Atualmente a média brasileira é de 23 óbitos por mil, o que é preocupante para um país deste porte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais agita os neurônios dos responsáveis pelas políticas públicas neste setor é que alguns estados já alcançaram a meta, enquanto outros estão longe dela e vislumbram-na num horizonte mais longínquo. Há desigualdades exacerbadas entre as taxas das regiões Sul e Sudeste, que são as menores, e as do Norte e Nordeste, que continuam altas apesar dos esforços para reduzi-las e dos avanços. O Rio Grande do Sul tem a menor taxa de mortalidade infantil; Alagoas, a maior. É necessário calibrar a estratégia no setor e concentrar as políticas nos estados onde ela é mais alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É idílico o anúncio de que o Brasil passou a fazer parte do grupo dos países de “alto desenvolvimento humano” segundo o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU porque logo se dá conta de que o alarde não implicou melhor inserção do país no mundo nem a extinção de problemas tão rudimentares quanto a fome e a miséria. Ao contrário, o Brasil retrocedeu na classificação de desenvolvimento do qual participam 177 países. O indicador de mortalidade infantil nos exige o questionamento do que fazer para equiparar índices de desenvolvimento de estados que já entraram no século atual e de outros que arrastam vestígios do anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos num país menos desigual e, antes de que as crianças tenham direito e acesso a boa educação conforme se tem discutido tanto, que elas possam ao menos sobreviver.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-8411885389465049638?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/8411885389465049638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/mortalidade-infantil-bruno-peron.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8411885389465049638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8411885389465049638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/mortalidade-infantil-bruno-peron.html' title='&lt;strong&gt;Mortalidade Infantil ( Bruno Peron Loureiro )&lt;/strong&gt;'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_I1xsK6gfghY/SeyA4Id21SI/AAAAAAAAAh4/qnwcovyWwAM/s72-c/bruno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-8553120834581636846</id><published>2009-04-20T06:51:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T06:56:15.520-07:00</updated><title type='text'>O giz do sacrifício ( Sanronald )</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Sanronald ( san.ronald@hotmail.com ) :: 13/02/2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um jovem destemido e bem resolvido decidiu para o desespero de seu clã que seria professor. Sua mãe num retumbante ah! ah ! ah! disparou: “_Alegria de professor somente durante a cerimônia de formatura. O que virá depois será pura ilusão”. O jovem parou por um instante e pensou: “Minha mãe em parte tem razão, mais nem só de anel de grau se enfeita o dedo de um bom professor, mas de muitos calos e pó de giz, adquirido na árdua missão de ensinar e aprender”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu pai foi além: “_Não queira se aventurar, não existe luz no fim do túnel. Lembre-se de Colombo que quando saiu da Espanha não sabia aonde chegaria e quando chegou à América não sabia onde estava. Morreu pobre e, esquecido acreditando piamente ter encontrado o caminho para as Índias”. O jovem parou por um instante e pensou: “Meu pai em parte tem razão, Colombo em seu tempo não teve os flashes dados às ‘bundas televisivas’ que abundam em nosso meio, mas graças à sua ousadia de viajar por mares obscuros desvendou a outros o caminho para o novo mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus amigos de escola o imaginaram em uma promissora carreira médica, além do que seria chamado de “Doutor” O jovem de fato não escondia sua admiração por essa profissão, mas lembrou dos muitos médicos de sua cidade que consultam seus pacientes em hospitais públicos e encaminham-nos a tratarem de suas doenças crônicas em suas clínicas particulares. Houve também quem o visse desenvolvendo atividade forense alinhado em um elegante terno, tendo nas mãos uma linda pasta de couro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem suou efusivamente e pensou nos muitos advogados do diabo que magistralmente se propõem a defender as possíveis causas dos fraudadores de recursos da educação que movidos por uma atitude nada pedagógica, se apropriam de verbas destinadas à merenda, ao transporte e ao livro didático escolar tão imprescindíveis aos estudantes de seu país. Diante da iminente perda do sentido moral e ideológico de tais profissões o jovem ardeu-se profundamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não convencido, seu clã resolveu submetê-lo ao oráculo de Delfos, para fazê-lo ouvir o presságio da sacerdotisa Pítia que profetizou: “_Meu caro! Estás destinado a passar parte de sua história protestando e reivindicando a reposição do salário justo que nunca terás. Ouvirás os deuses de seu país dizerem: ‘_Reposição salarial só para os nobres do poderes executivo, legislativo e judiciário e a quem mais interessar para o bem do clientelismo público’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos contras, o jovem continuou firme no seu propósito de ser professor e vislumbrou em sua mente outras cenas da vida real. Lá estavam o cacique Chicão, Chico Mendes, Zumbi dos Palmares, Irmã Dulce da Bahia e Paulo Freire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora o professor decidiu colocar luz no quadro escuro e usar seu próprio giz para educar seu povo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-8553120834581636846?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/8553120834581636846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/o-giz-do-sacrificio-sanronald.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8553120834581636846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/8553120834581636846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/04/o-giz-do-sacrificio-sanronald.html' title='O giz do sacrifício ( Sanronald )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-1770644774696583340</id><published>2009-02-21T20:01:00.000-08:00</published><updated>2009-02-21T20:02:03.620-08:00</updated><title type='text'>Nunca desista dos seus sonhos ( Mauricio Martins )</title><content type='html'>Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Mauricio Martins ( jmauric@click21.com.br ) :: :: 26/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro como se fosse hoje, o ano era 1972, nós morávamos em Bragança, minha terra natal, Eu tinha então 16 anos, quando minha querida mãe me deu a notícia, era preciso mudar de cidade, meu padrasto recebera uma proposta irrecusável para gerenciar uma transportadora em Belém, ela iria embora junto com meu irmão dois anos mais novo, mas eu precisava ficar, depois dos estudos eu seguiria para a capital Paraense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio mesmo com uma forte dor no peito de imensa saudade, concordei com ela, eu estava no colegial, não podia deixar meus estudos pela metade e assim aconteceu, durante dois anos morei junto com minha prima recém casada com um americano Michael O´grady, foram dias difíceis, porém de grande aprendizado para minha formação moral, pois todas as coisas ocorridas na minha vida de adolescente fortaleceram meu caráter e assim construí minha personalidade, e foi assim que nasceu dentro de mim um sonho, prometi a mim mesmo que um dia me formaria e constituiria minha família, uma esposa, filhos, uma família unida, onde não haveria separação entre pai e filhos, onde compartilharíamos sempre juntas nossas alegrias e tristezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, no ano de 1974 cheguei à Belém, onde graças a Deus voltava para os braços carinhosos de mamãe, e no mesmo ano fui admitido na Escola Técnica Federal do Pará no curso de Telecomunicações, e logo consegui um emprego para manter meus estudos, fui trabalhar com o Dr.Félix Emanuel Teixeira de Oliveira, um bom homem, grande amigo, o responsável pela mudança de um garoto interiorano com muita vontade de vencer, no homem determinado em ser um cidadão consciente de seus deveres e obrigações para o fortalecimento de uma sociedade justa e fraterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa manhã de 24 de junho de 1979 cheguei à Imperatriz, após quatro maravilhosos anos em Belém, estudando na Escola Técnica Federal do Pará o curso de Telecomunicações me formei e conseguira ser aprovado em concurso na EMBRATEL, ao consultar minha família e amigos, optei em morar nesta cidade, como precisava fornecer um endereço no meu novo emprego, por indicação de um vizinho conheci a família de uma senhora guerreira e desbravadora em Imperatriz, DOLORES BORGES MACEDO, onde fui muito bem recebido e durante aproximadamente dois meses tive o prazer de morar com esta família, de onde nasceu uma bela e forte amizade até os dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguida mudei para a “republica” da Embratel, localizada na Rua Bahia, de novo o desafio de morar sozinho, longe da minha Mãe e Irmão, mas agora por pouco tempo, era chegada à hora de completar meu sonho, construir minha própria família, logo encontrei uma linda jovem e me apaixonei, seu nome INALDA LIMA CORRÊA logo casamos e tivemos nossa primeira filha, Talita Lima Martins, uma linda menina, achei que não precisava de mais nada, era um homem feliz tinha duas belas mulheres, pensava em apenas curtir a vida, mas numa tarde de fevereiro, o inesperado aconteceu, uma tragédia se abateu sobre nós, nossa menina nos deixou, no seu lugar nada mais havia, restava apenas guardar mentalmente seu perfume, foram dias de profunda tristeza e dor, apesar de tudo nunca perdemos nossa fé e esperança, o sonho tinha que continuar e Deus, sempre e somente Ele teve piedade de nós, e nos presenteou com mais quatro filhos, duas meninas Thayná e Bruna e dois garotos gêmeos Pedro Henrique e João Luciano, agora sim minha felicidade estava completa, afinal esta é a minha família “Lima Martins”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados vinte e cinco anos do nosso casamento, tenho orgulho em afirmar isto: Casei para nunca descasar,e embora toda aquela dor de uma intensa saudade volte a machucar meu coração, com a partida das minhas meninas, Thayná e Bruna, ambas em busca dos seus sonhos, Thayná Lima Martins que passou em medicina na UEPA quer se formar em pediatria, cuidar da saúde das criancinhas e um dia ter sua própria família, Bruna Maria Lima Martins cursando Engenharia Ambiental na UEPA e Oceonagrafia na UFPA, quer cuidar do Planeta, melhorar a qualidade de vida da Mãe Terra, lutar para que todos tenham direitos a viver num mundo melhor. Meu filho João Luciano Lima Martins recém aprovado na UEMA em História, busca criar sua própria,quer conhecer outros Países. Vão com Deus filhos e que nossa Nossa Senhora de Nazaré, proteja todos vocês, quando a saudade bater, lembrem-se, estamos aqui, sempre juntos e torcendo muito por vocês, afinal não falei, quando Deus me deu vocês, ELE estava namorando, um belo e feliz destino para todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cantai ao Senhor um canto novo, cantai ao Senhor toda a terra, Anunciai entre as nações a sua glória e entre os povos as suas maravilhas.” Salmo 96.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Esta crônica é dedicada a minha querida esposa Inalda Lima Martins, sem ela Eu seria um João ninguém, com ela Eu sou ...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-1770644774696583340?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/1770644774696583340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/nunca-desista-dos-seus-sonhos-mauricio.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1770644774696583340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1770644774696583340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/nunca-desista-dos-seus-sonhos-mauricio.html' title='Nunca desista dos seus sonhos ( Mauricio Martins )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-5391385036643610091</id><published>2009-02-21T20:00:00.000-08:00</published><updated>2009-02-21T20:01:10.574-08:00</updated><title type='text'>A Lanchonete ( Bruno Peron Loureiro )</title><content type='html'>Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Bruno Peron Loureiro ( analista relações internacionais ) :: 11/00/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incomoda-me a sensação de conflito quando estou a passeio em algum lugar, distraído da rotina ou fazendo o possível para desfrutar dos minutos de ociosidade. Tento esquecer que as dificuldades e as mazelas existem, ou colocá-las um pouco de lado, mas não dá. Coça a orelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falo de conflito, refiro-me ao que tantas vezes fechamos os olhos ou fingimos não ver para não sentir a dor que não merecemos, como a dura vida de mendigos, pedintes, viciados e outros gêneros de excluídos e sofredores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fim, acabo tendo que aceitar os conflitos quando menos espero e faço, em seguida, algumas reflexões sobre a situação antes que eu perca a oportunidade de entravar uma nova discussão construtiva. E parece que, nestes momentos, nosso pensamento atinge maior fluidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma dessas ocorreu enquanto eu pagava a conta de uma refeição rápida numa lanchonete e notei que vários funcionários que estavam de frente na cozinha me olhavam como que tentando expressar algo. O recinto era aberto para satisfação dos clientes desconfiados. Virou moda esse acesso facilitado às cozinhas nos estabelecimentos que trabalham com refeição. De duas, uma: ou é para provar que o lugar tem higiene ou para desafiar a coragem do cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei que estivesse ficando louco. Será que lhes incomodava o fato de eu estar passeando, alimentando-me e de certa forma divertindo-me com os amigos no fim de semana enquanto eles tinham que suportar o calor que se levantava da chapa e um turno extenuante de serviço? A imaginação aflora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor se fosse por outra razão. Mas, espera! Não tinha um abacaxi na cabeça, nem a beleza de um galã de cinema, nem fiz nada que merecesse olhares tão perscrutadores vindos de um mesmo grupo de trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer saber? Tempos depois, nessa incerteza de crise econômica mundial em que não tem um santo que se salva nem vela que suporte ficar muito tempo acesa, concluí que eu é que deveria ter-lhes olhado daquela maneira e pensado que, com o aumento crescente do desemprego no mundo, eu os invejava porque eles tinham motivos para comemorar de estar aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os números têm comprovado esta atitude porque o desemprego é um tema que se revigorou no mundo, voltou para inquietar os analistas e os tomadores de decisão como um problema mal resolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim de janeiro, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que é uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU), anunciou que este ano de 2009 poderá representar a perda de até 51 milhões de empregos devido à crise econômica mundial. Este número indica a previsão mais nefasta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conflitos que aparecem em hora errada têm serventia porque mostram que o prazer se confunde com a dor, a diversão com a infelicidade, e a incerteza com a dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valorizo a informação que se lê na expressão facial antes mesmo de os lábios vibrarem, ainda que tenha continuado sem saber qual foi a mensagem intencional na lanchonete. De qualquer maneira, agora comunico sobre a do desemprego, que, esta sim, vai perseguir muitos enquanto por aí se fala da tal da crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crise e desemprego são duas palavras impactantes que voltaram a compor o nosso cotidiano. Queria mesmo poder tomar o lanche nas margens dos conflitos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-5391385036643610091?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/5391385036643610091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/lanchonete-bruno-peron-loureiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/5391385036643610091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/5391385036643610091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/lanchonete-bruno-peron-loureiro.html' title='A Lanchonete ( Bruno Peron Loureiro )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-688506146140658190</id><published>2009-02-21T19:58:00.000-08:00</published><updated>2009-02-21T19:59:43.395-08:00</updated><title type='text'>Ambiente ( Bruno Peron Loureiro )</title><content type='html'>Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Bruno Peron Loureiro ( analista relações internacionais ) :: 06/00/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tão intensa é a nossa relação com o ambiente? Hipóteses: em casa, o cachorro late, o familiar grita e o outro ouve música; no trabalho, o telefone toca insistentemente e o patrão repreende; no campo, os pássaros cantam, o córrego flui e o vento sopra; na cidade, a correria nas ruas, o congestionamento no trânsito, o som das buzinas, gente apressada, blocos de concreto e objetos de publicidade dominam o visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo a sobreposição de cômodos entre os edifícios e as formas distintas de convivência praticamente no mesmo espaço. Assim é o visual: prédios comerciais de luxo em cuja entrada está o vendedor de discos piratas ou comida barata; uma escola de idiomas que se separa de um consultório médico por uma simples parede; esconderijos ou o porão da casa como anexos ocultos; e finalmente me impressiona que possa haver parques ecológicos rodeados por uma cidade grande ou por um canavial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouço o motor de automóveis quase como uma orquestra de fundo. Não posso deixar de mencionar que o eco da vizinhança soa constantemente apesar dos meus esforços para conter o volume externo. Pessoas que passam conversando todo o tempo no corredor da unidade habitacional onde eu moro, crianças contando seus chistes entre elas, os vendedores de água e o reparador de cortinas, e o que atende o celular diariamente na janela do seu apartamento porque até aí chega o sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheiro de cidade grande é estupefaciente e inebriante. Em algumas ocasiões, porém, alcança-me o aroma do bolo que o vizinho prepara, do charuto que o avô fuma ou dos vestígios de uma ração saborosa que o animal de estimação já digeriu e dejetou. Qualquer ambiente sempre oferece opções vastas de experimentação que variam em função de onde nos inserimos e como nos deslocamos nele. Seja no campo ou na cidade, em casa ou no transporte, dentro ou fora de algum lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto o sabor do ambiente e tateio-o para ver se é de verdade. Há os que não crêem nem vendo; começam a acreditar quando escutam; aceitam quando cheiram; e se conformam quando tocam a concretude. O ambiente, no entanto, determinamo-lo, por uma parte, e aceitamo-lo como é, por outra. Se o sol está forte, fecha-se a cortina; se o trânsito está pesado, liga-se o rádio para distrair; se a vizinha é bonita, espia-se pela janela. Neste caso, faltou algum sentido para atravessar os limites das paredes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apuremos os sentidos. Assim a experiência poderá ser outra: mais envolvente. No início deste texto tridimensional, ou quadridimensional se o leitor também participa, falei que nos esforçamos para tanto entrar no ambiente quanto para sair dele. Tenho mania de expor imagem e som com palavras. Aqui é questão de espaço. Reivindique o seu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-688506146140658190?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/688506146140658190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/ambiente-bruno-peron-loureiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/688506146140658190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/688506146140658190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/ambiente-bruno-peron-loureiro.html' title='Ambiente ( Bruno Peron Loureiro )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-4590704026269404253</id><published>2009-02-21T19:57:00.000-08:00</published><updated>2009-02-21T19:58:32.860-08:00</updated><title type='text'>A Disputada ( Ronaldo Duran )</title><content type='html'>Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Ronaldo Duran ( ronaldo@ronaldoduran.com ) :: 02/00/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ditado diz que temos cinco minutos de fama. Em termos de relacionamento afetivo o momento é agora. Tive neuroses na adolescência: parecia que todas as minhas amigas se davam bem com os garotos e eu não. Na época, lutava desesperadamente para me esquivar da posição de segura-vela. Aos dezenove anos, pitou a primeira paixão. A vida do lado dele era a mais bela, fascinante, encantadora. Longe, pior que estar na pele de paciente terminal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós nos enamoramos. Um namoro de seis anos. Faltou o casório para coroar a paixão. Mas a paixão fugiu do altar antes de nós. Boquiabertos, nos estranhamos. Os nossos interesses ficaram diferentes, conflitantes. Esquisito, eu parecia falar português e ele russo. A desconfiança melindra nossa relação. Passávamos à condição de estranhos. Eu até quis racionalizar: não me via na condição de casada, com filhos, tão cedo. Nada. Era desculpa para não admitir a frustração do fim do amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demos passaporte livre um para o outro. Fiquei assustada. Aos 28 anos, tá, é complicado querer ficar sozinha. Não só pelo amasso tarado no banco traseiro do Astra, pelas beijocas quentes trocadas numa pizzaria da moda, pelos corpos aconchegados numa noite de inverno, ou ter que ficar sozinha na balada. Algo mais sublime. Era a cumplicidade que encontramos no parceiro que nos ama, a razão de ser desta curta estada na Terra. Que banal seria se a vida se resumisse a dormir, ir no banheiro, almoçar. Tem que haver um cara que valha a pena, sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solitária? Talvez por parar de me preocupar em ter alguém, que eles apareceram. Há dois meses conheci um professor de História da Arte no ônibus São Paulo-Caçapava. Ele vai duas vezes para a USP. Além de professor, é pintor, e que talento. O papo dele é sadio, que dá paz de espírito. Há mais dois caras além do professor que parecem disputar minha atenção. Um rapaz lindo, quase de cair o queixo, bancário, que todos os dias eu vejo na volta. O outro é um alto funcionário do Ministério da Fazenda. Todos estão atrás de mim. Olha meus cinco minutos de fama aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três me fizeram proposta: um de forma velada, outro de maneira escancarada. Quem eu devo seguir? Sou todo torpor. Seria tão mais fácil se houvesse apenas uma possibilidade porque mais de duas dão um nó na cabeça. Qual instinto vai prevalecer em mim: o da grana, o da sensibilidade ou o da beleza? Todos eles têm um pouquinho das três, contudo, cada um tem uma em excesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra que encanar? Posso escolher nenhum pelo simples motivo de que nem tudo que reluz é ouro. O fato de ter tido a oportunidade destas opções já me satisfaz. É excelente remédio para curar qualquer trauma de auto-imagem da adolescência. E eu sou mulher moderna. Quero viver de minha carreira profissional. Ter orgulho do que faço, além de um cara legal do lado para atravessar a espinhosa vida em deliciosa companhia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-4590704026269404253?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/4590704026269404253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/disputada-ronaldo-duran.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/4590704026269404253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/4590704026269404253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/disputada-ronaldo-duran.html' title='A Disputada ( Ronaldo Duran )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-7336198204577860195</id><published>2009-02-21T19:55:00.000-08:00</published><updated>2009-02-21T19:57:04.717-08:00</updated><title type='text'>Turma do fundão ( Sanronald )</title><content type='html'>Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Sanronald ( san.ronald@hotmail.com ) :: 29/12/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Raspa bem, que o bom está no fundo" - Disse a experimentada cozinheira, ao servir aquela deliciosa canjica. Quem segue seu conselho por certo não se decepciona. Difícil mesmo é encontrar alguém que não tenha provado o gostinho irresistível do fundo da panela. No fundo, no fundo, todos parecem buscar o néctar existencial para sua sobrevivência quando o seu mundo parece sem sabor, desprovido de sentido. Até mesmo o aluno que se refugia no fundo da sala de aula. Como compreender essa atitude. Seria ela normal? Ou Patológica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A normalidade seria aceitável do ponto de vista de que no arranjo arquitetônico de carteiras adotado pela maioria das escolas os assentos periféricos tornam-se convidativos, principalmente para o aluno de baixo nível social ou com dificuldade escolar. Consciente ou não da escolha, acentua ainda mais sua exclusão. No entanto, esse jogo sutil de empurra-empurra possui exceções quando se trata de aluno com padrão cultural satisfatório, e que estrategicamente acaba compondo a detestada turma do fundão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela lente normativa de um professor normal, o aluno do fundão é um problema: relaxado, apático, distante, parece não querer nada com nada. Essa perspectiva sim é patológica, deficitária, por não permitir sua auto-identificação, sem ter ao menos a possibilidade de revelar o seu eu verdadeiro, o que pensa e o que sabe e não sabe sobre os conteúdos ensinados. Um professor normal tende a distanciar-se da turma do fundão, voltando sua atenção quase que exclusivamente para os que compõem a comissão de frente, formada basicamente por sujeitos bem resolvidos socialmente, não tanto quanto o professor que tenta impedir com sua metralhadora de palavras a decolagem dos insistentes aviõezinhos, que partem do fundo da sala e desafiam o céu de sua paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A turma do fundão é um problema a ser explorado por quem guia sua prática pedagógica pela sensibilidade, alguém capaz de enxergar no fundo dos olhos do aluno, não apenas os ciscos e as traves, mas principalmente os vales, as montanhas e as colinas. No entanto a miopia pedagógica de quem aposta na eficácia de seu olho clínico, tem ceifado muitos brotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Paty, pedagoga da cidade de Benquerença, assumiu o comando da turma de 3ª série do ensino fundamental da Escola Raio X, fora convencida por seus pares de que acabava de mergulhar em seu purgatório astral, como penitência por ser esposa de um adversário político do prefeito local, já que até pouco tempo era prestigiada por ser diretora de uma importante escola de vocação agrícola. Era a terceira professora a assumir o posto no mesmo ano em que suas antecessoras fugiram da classe como o capeta foge da cruz. Chorou, resmungou, apelou, mas de nada adiantou. Alguns até consideraram a pena suave, pois não fazia parte do casting de professores efetivos. Era pegar ou largar. Pegou para não ficar desempregada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu primeiro dia de aula foi movimentadíssimo. Um bando de alunos espevitados, daqueles que até cegonha evita dar carona, saudaram-na com muita bagunça. Logo de entrada teve que apartar a aparente briga em grupo de Tartarugas Ninjas que trocavam sopapos com outro grupo de Power Rangers. No dia seguinte nem bem acabara de fazer a chamada da turma, quando a aluna Pocahontas da classe, gritou: _Professora? O Vinicius pregou chiclete no meu cabelo. Uma sonora gargalhada ecoou por toda escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valei-me São Jorge Guerreiro, suspirou Taty, em meio a maior saia justa em que indignamente acabaram de metê-la. Querendo dominar o dragão não encontrou outra alternativa senão colocar o apimentado Vinicius contra o paredão de sua autoridade máxima: _Expulso-o para fora da sala de aula. O danadinho bem que tentou se desculpar, mas era tarde demais. Taty para reforçar seu intento fez uso de uma tática infalível, que consiste em dizer para o vilão em tom bem ameaçador: _Ou saio eu, ou sai você? Enfim, sob os olhares decepcionados dos colegas, Vinícius a estrela da turma do fundão retirou-se apagado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forjando tranqüilidade procurou envolver os alunos ficantes em uma dinâmica de grupo que consistia na leitura de imagem de diversas paisagens, distribuídas aleatoriamente entre eles. O objetivo era sondar o conhecimento de mundo da turma. As imagens foram lidas minuciosamente em seu texto e contexto com precisão de detalhes que Taty pensou estar diante de discípulos de Sherlock Holmes. Do lado de fora pela veneziana da janela uns olhinhos curiosos acompanhavam atentamente aquela aventura que fora além dos conteúdos básicos por vezes ensinados sem vida e sem cor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não demorou muito e um aviãozinho de papel cruzou o céu da sala de aula para alegria da turma do fundão que gritou em coro: _Foi o Vinícius, professora! Em sua asa havia um pedido: _Deixa eu entrar professora? Taty caiu em si e reconsiderou sua decisão, pois no fundo sabia que a expulsão do pequeno Brother havia mexido profundamente com seu eu. No entanto sua compaixão deu lugar a uma exigência, pediu que escolhesse uma gravura e desse mostra de sua competência leitora. Vinícius, prontamente escolheu uma que fazia alusão a sua brincadeira preferida: _Soltar pipa. E com muita desenvoltura falou das várias nomenclaturas atribuídas ao brinquedo como: _Papagaio, rabiola, curica, cangula. De sua forma, tamanho, material usado e custo. De sua linguagem específica: _Lau-vai, discai, rabada, laço porco, gasguela, penoso etc. Do risco de soltá-la próximo da rede elétrica. Sua aventura lúdica descritiva deixou entrever que em cada moleque com sua pipa na mão esconde-se um menino, gente que ao mesmo tempo em que brinca, imagina, sonha e aprende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taty confessou posteriormente que a descrição lúdica feita por Vinícius, trouxera luz aos seus saberes necessários. Despojada de sua miopia docente, enfim pode enxergar sem o filtro alheio do descrédito o que é que a turma do fundão tem. Como descobridora dos sete mares avançou destemidamente para as águas vivas dos que habitavam as profundezas da sala de aula de sua classe. Não viu leviatãs, cobras grandes, ostras sinistras, e nem por certo adoráveis botos cor de rosa. Viu sim um universo de brotos que bem cuidados passaram a produzir flores e frutos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-7336198204577860195?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/7336198204577860195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/turma-do-fundao-sanronald.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7336198204577860195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/7336198204577860195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/turma-do-fundao-sanronald.html' title='Turma do fundão ( Sanronald )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-4798027863862664014</id><published>2009-02-21T19:54:00.000-08:00</published><updated>2009-02-21T19:55:02.919-08:00</updated><title type='text'>Deficiencias ( Bruno Peron Loureiro )</title><content type='html'>Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Bruno Peron Loureiro ( analista relações internacionais ) :: 28/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo informação mais recente fornecida pela Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério do Trabalho e Emprego, 1% dos empregos formais, ou o que corresponde a 348 mil postos, é ocupado por portadores de algum tipo de deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensava inicialmente em focalizar os deficientes físicos, mas acabei ampliando a perspectiva para englobar outros gêneros, uma vez que a deficiência é mais comum do que se imagina, embora não se sofram os efeitos com a mesma intensidade de um caso para outro. Refiro-me a dificuldades que aparecem no relacionamento, na acessibilidade em estabelecimentos e meios de transporte, na obtenção de empregos, na necessidade de contar com o apoio da família e de outrem para sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta redação baseia-se em depoimentos textuais de pessoas que têm algum tipo de deficiência. Acreditei que esta seria uma manera propícia para aproximar-me de suas necessidades e sentimentos do que se ruminasse teorias que falam sobre o problema dentro de um idealismo romântico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluo antes de introduzir o tema, pois achamos que sofremos até vermos que podem existir situações piores. Ademais, os danos vão além do aparente na deficiência, por exemplo, um tetraplégico tem dificuldade no funcionamento dos órgãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assaltou-me, antes mesmo de redatar sobre o tema, um sentimento de vulnerabilidade que me fez questionar por que nos queixamos de ligeiros contratempos enquanto há gente sorrindo sem poder enxergar ou caminhar. Assim me recordo de um grupo de visitas a pessoas enfermas e deficientes, de que tive o privilégio de participar algumas vezes e onde havia, entre outras, uma senhora em coma e um homem com transplante de bacia limitado a ficar deitado quase o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tento sugerir uma solução para todas as deficiências, que diferem em gênero e intensidade, senão maneiras de incluir estes portadores de necessidades especiais num convívio harmonioso, sadio e sem o afastamento das relações. Estas práticas envolvem o estímulo a grupos institucionais que lhes dêem atenção, a construção de uma vialidade adequada (como rampas para cadeirantes) e políticas de incentivo à admissão escolar e contratação profissional de deficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permitir-nos, não importa o esforço que demande, compreender as diferentes necessidades desse segmento da população é um passo na direção da extinção dos preconceitos, inclusive o de que a deficiência incita mais o sentimento de pena que de solidariedade nos demais. Se o preconceito se reduzisse a uma curiosidade sobre o incomum e a situação do deficiente, já seria um princípio. Porém, o rechaço e a exclusão é o seu lado obscuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vizinha vinha prometendo-me, havia dois meses, chamar-me para uma visita a sua filha Gina, que sofreu um acidente ao cair da escada aos trinta e três anos e teve quase o corpo inteiro paralisado. Alegava-me a senhora, quando nos encontrávamos no corredor do edifício, que logo me avisaria sobre o momento adequado porque Gina estava naquela semana com problemas de imunidade e comentou que seu marido tinha o receio de que o visitante, qualquer que fosse, ficasse com dó dos pais e da situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que um dia finalmente esta senhora me chamou quando eu menos esperava, desci as escadas – seu apartamento ficava logo no andar de baixo – e entrei no recinto. Encontrei, para inveja dos comuns, uma pessoa sorridente e um ambiente de carinho. A senhora disse que seu neto, algumas vezes, deitava no colo de Gina e murmurava: “Te amo muito!” e aquela completava com atenção, dedicação e felicidade. Borram-se as fronteiras entre o físico e o imaterial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito pode ser feito pelo governo, organismos não-governamentais, empresas e outros atores sociais para ressocializar pessoas que, por alguma deficiência, tiveram a inserção prejudicada e sofrem algum tipo de preconceito. Formam-se grupos de apoio, como os de restrições auditivas, visuais, motoras e mentais. Assim se concentram estudos e práticas voltados a eles. Finalmente, admoesto que a deficiência física ou mental de alguém não se converta em deficiência de caráter de outrem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-4798027863862664014?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/4798027863862664014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/deficiencias-bruno-peron-loureiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/4798027863862664014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/4798027863862664014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/deficiencias-bruno-peron-loureiro.html' title='Deficiencias ( Bruno Peron Loureiro )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-2794780270130398719</id><published>2009-02-21T19:53:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T19:53:50.557-08:00</updated><title type='text'>Juventude Transviada ( Mauricio Martins )</title><content type='html'>Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Mauricio Martins ( jmauric@click21.com.br ) :: :: 26/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Este foi o título de um filme estrelado pelo jovem ator James Dean, o mito, que revolucionou seu tempo com papeis marcantes no cinema americano.Até hoje sua personalidade é motivo de pesquisa e analise por parte de estudiosos da mente humana.Pois sua curta passagem entre nós terráqueos teve um impacto na juventude do mundo inteiro, assim como a Tsuname que abalou o continente asiático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nicholas Ray, crítico de cinema, num de seus artigo, comenta que: “É a primeira vez na história das formas sensíveis de expressão em que existe uma fissura irremediável entre os filhos e seus pais, entre jovens e velhos, de forma que é completamente impossível, a um compreender o outro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta introdução, caro leitor, é o despertar aos fatos que nos leva a escrever esta crônica, assim como no filme “Juventude Transviada”, que trata apenas da história de três adolescentes frágeis, mas que são forte o suficiente para saber que não podem suportar o mundo em que vivem, se não em conjunto, suprindo a necessidade um do outro.Este filme é o primeiro documento artístico de uma época que problematiza o fim de elo que ligava uma geração à outra, e talvez o primeiro objeto que mereça ser estudado quando tentamos entender o porque de hoje o “mundo jovem” ter se transformado numa idade privilegiada, por ser “a” idade que movimenta a economia através dos bens de consumo de fácil apelo comercial, como: cinema (DVD), musica(CD), celular, MP-3, carro, moto, Etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o anseio de nossos jovens?. O que os inquieta tanto?.Porque não nos atendem, ouvindo nossos conselhos?.Onde erramos como pais?. São perguntas difíceis de responder, afinal, às vezes procuramos transmitir ao filho, aquilo que queremos e achamos certos, sem nos preocupar de transmitir o que é correto, pois existem regras, deveres, obrigações impostas pela sociedade, assim como o excesso de liberdade faz mal, não é justo tolher a criatividade espontânea de um jovem, sobre o risco de transformá-lo num zumbi, inapto para tomada de decisão, fundamental para fortalecer sua personalidade e determinante na formação de seu caráter.Hoje, temos na Internet, uma escola paralela, onde não existe limite para o bem ou para o mal, onde tudo pode, sem a preocupação de diferenciar o certo do errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a monitoração permanente de alguém com senso de tolerância, nossos jovens não conseguem ter uma referencia, que os conduza em linha reta, longe dos desvios obscuros da ganância humana.Cabem a nós pais, sempre que possível, cobrar atitudes nobres aos nossos filhos, atitudes estas, que engrandecem o homem e ajudam na formação moral do indivíduo, ensinar os princípios éticos que direcionam para uma competição saudável e leal.A educação (às vezes rígidas) recebida de nossos pais, não se adequa mas aos nossos filhos, pois as leis criadas com o intuito de protegê-los, os torna confusos, pois sem a maldade na alma, porque a punição física do corpo?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é fundamental dar ao jovem.Deus, pois Ele é o barco seguro, para se navegar nas águas turbulentas da violência, das drogas, do egoísmo, e atracar no porto da fé, na esperança de um Mundo Novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs:- Esta crônica dedico aos meus filhos João Luciano e Pedro Henrique, “Tente entender, pelo menos uma vez, o que eu nunca disse, Eu amo vocês”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-2794780270130398719?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/2794780270130398719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/juventude-transviada-mauricio-martins.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/2794780270130398719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/2794780270130398719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/juventude-transviada-mauricio-martins.html' title='Juventude Transviada ( Mauricio Martins )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-4556211421115086705</id><published>2009-02-21T19:49:00.000-08:00</published><updated>2009-02-21T19:52:30.782-08:00</updated><title type='text'>Que puxa-saco pentelho! ( Ronaldo Duran )</title><content type='html'>Crônicas &amp; Opiniões | Fonte: Ronaldo Duran ( ronaldo@ronaldoduran.com ) :: 22/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está acontecendo comigo? Todos sempre me chamaram de calmo. Sou do tipo que leva buzinada de mal-amado no trânsito e responde “tenha um bom dia”, ou o cara que a mulher cansa de discutir a relação e ele diz “benzinho, fala mais uma vez”. Encarnavam-me que um defunto seria mais animado que eu. Sempre evito briga, detesto confusão. Fofoca então, vivo fugindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ultimamente uma mulher está me irritando. Tantas vezes me esquivei, mas chegou a um ponto que me vi encurralado. A repartição espantou-se, dizendo “tudo bem que ela é de doer, mas daí a te tirar do sério”. Como se eu não tivesse direito a me indignar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 40 anos de idade, já passei por vários empregos. Tão certo como o ar que respiramos é encontrar puxa-saco, pessoas que servem para tornar nossa vida ainda mais espinhosa. Normal. Faz parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, esta mulher é peculiar até no modo de puxar o saco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez eu envolvido em meu labor e ela um pé na sala onde eu estava e outro no corredor, gritava, quase desvairada, aos quatro ventos. Admito, fora uma falha, mas facilmente dialogada se tratasse de pessoa sana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma atitude implacável de sua parte mesmo de aumentar a falha alheia a fim de humilhar ainda mais que quer que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta, como uma pessoa dessa passa no teste psicológico para ser contratada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que existe espaço para esta figura opressora, que os colegas chamam de puxa-saco pentelho, mas que me limito a considerar como pessoa carente de afeto, de sentido de amizade? Ela prega o discurso oficial, o politicamente correto que figura na fala dos supervisores, mas trata as pessoas como se fossem lixo. Por que nós profissionais toleramos uma rabugenta como esta? No que a gente lucra? Por que não dizemos não a pessoas como ela? Se a empresa fosse particular e ela a proprietária vai lá, mas é um órgão público, nós estamos lá por nossa competência, por passar num concurso público, pela faculdade concluída, e, sobretudo, por nosso comprometimento em servir bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para selar o cúmulo da pretensão, logo após voltar de férias, há uns dois meses, em vez de nos cumprimentar, veio logo deixando crer que a empresa por pouco não parou no tempo que ela esteve fora. Que bobeira! Como se ela morresse amanhã esta empresa com mais de 50 anos de existência fosse parar. É a fala mais patética de quem se acha, que pensa que tem o rei na barriga, ou que desqualifica toda uma equipe por puro pedantismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que ela é tão forte assim ou somos nós uns covardes a ponto de achar que sequer podemos mudar a realidade a nosso alcance? O líder deve acima de tudo respeitar as pessoas, ser solidário. Cobrar regras e normas é salutar, necessário. Transparecer mediocridade, puxa-saquismo e falta de respeito denota espírito ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe estou sendo exagerando. Poder ser que ela pense que está fazendo o melhor, porque para mim é impossível existir pessoa tão mesquinha e que queira subir às custas de pisotear os sentimentos dos seus colegas. Não, eu devo estar exagerando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-4556211421115086705?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/4556211421115086705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/que-puxa-saco-pentelho-ronaldo-duran.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/4556211421115086705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/4556211421115086705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/02/que-puxa-saco-pentelho-ronaldo-duran.html' title='Que puxa-saco pentelho! ( Ronaldo Duran )'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-1034198997049116371</id><published>2009-01-28T16:20:00.001-08:00</published><updated>2009-01-28T17:04:03.104-08:00</updated><title type='text'>Correio Bragantino - Crônicas e Opinião</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;A Família Como Vai? ( Mauricio Martins )&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Mauricio Martins ( jmauric@click21.com.br ) :: :: 19/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não! Não é um artigo do extraordinário Padre Zezinho do Sagrado Coração de Jesus, mas sim uma crônica para refletimos sobre o nosso papel como família na Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.A UNICEF, entidade mundial que pesquisa os diversos segmentos do comportamento humano no mundo divulgou uma pesquisa realizada no Brasil com os jovens brasileiros, constatando que mais de três em cada dez jovens com idade entre 12 e 18 anos já mantiveram relações sexuais e 14,2 % já usaram drogas legais e ilegais, de acordo com os dados da pesquisa divulgada pela Unicef.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa entrevistou 5.280 adolescentes em todo o Brasil para mapear o que pensam e como vivem os jovens deste País. A pesquisa concluiu ainda que dos adolescentes que já transaram, mas de uma garota em cada dez (340 mil adolescentes de 12-17 anos tornaram-se mães) já tem pelo menos um filho. Existem mais de 21 milhões de adolescentes com idade entre 12 a 18 anos incompletos no Brasil, destes 50,4% são garotos e 49,6% são garotas. Os adolescentes representam 12,5% da população brasileira, destes 95% consideram a família a instituição mais importante para a sociedade e 61% disseram que brigar com a família é o principal motivo pelo qual costumam ficar infelizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No maior País católico do mundo, conforme ainda dados da Unicef, o Brasil possui uma população de 180 milhões de pessoas, dos quais 62 milhões têm menos de 18 anos de idade, é um país de velhos, (dar para comprovar isto nas igrejas de nossa cidade durante a Santa Missa) onde estão nossos Jovens? Recentemente numa paróquia da cidade, nosso Bispo durante a Santa Missa pediu as diversas Pastorais que erguessem a mão confirmando a presença naquela comunidade, quando chegou à pastoral da juventude, fiquei triste com o resultado apresentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como mudar este quadro, trazer os jovens pra junto de Deus, pra dentro das Igrejas, só vejo uma saída, a ORAÇÂO.Cristo quis nascer e crescer no seio da Sagrada Família de José e Maria, portanto a Igreja não é outra coisa senão a “família de Deus”, desde suas origens, o núcleo da Igreja era em geral constituída por aqueles que, “com toda a sua casa”, se tornavam cristãos através da conversão. No sermão da montanha, Jesus insiste na conversão do coração: a reconciliação com o irmão antes de apresentar uma oferenda no altar, o amor ao inimigo e o perdão. Ao orar, Jesus já nos ensina, que o caminho teologal de nossa oração, leva ao PAI. Em nossos dias, num mundo que se tornou estranho e até hostil à fé, as famílias cristãs são de importância primordial, como lares de fé viva e irradiante. Pois temos uma guerra a combater e a vencer, a guerra contra as drogas, à prostituição infantil e ao aborto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois nosso jovem tem dificuldade em amar verdadeiramente, porque é fácil confundir o amor com egoísmo, sobretudo hoje,quando parte da mídia impões uma visão da sexualidade banal (basta ver os comerciai as de bebidas,roupas, carros, etc.), onde os valores morais são esquecidos, pois tudo parece ser lícito, pode ser concedido em nome da liberdade e da conscientização dos indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lar é, assim, a primeira escola de vida cristã, é na família que se exerce de modo privilegiado o Sacerdócio Batismal do pai, da mãe, dos filhos, de todos os membros da família, através da recepção dos sacramentos, na oração e ação de graça, no testemunho de uma vida santa, do perdão generoso e do amor, que formamos a verdadeira Igreja Doméstica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Se Bragança é meu caminho... ( antonio hugo ribeiro da costa )&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: antonio hugo ribeiro da costa é professor em Bragança :: 13/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera aí! Bragança continua sendo o caminho dos bragantinos, nada, mas nada mesmo do que fizermos tirará de Bragança o carinho de ser chamada de "porto seguro" dos seus amados. Mas, uma coisa tem me deixado triste, primeiro enquanto bragantino que sou. A Escola MOnsenhor Mâncio Ribeiro (penso que já escrevi sobre ela aqui).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que era para ser orgulho de todos nós bragantinos, pois segundo estudos recentes e conversas com pessoas ligadas a área da história, esta se constitui a única escola em palacete a funcionar nos estado do Pará. Deveria dizer: que funcionava. Ela está desativada, as pessoas que lá trabalhavam ou estudavam foram colocada provisoriamente em outra escola que também está em péssimo estado.Agora, enquanto educador fico a me perguntar: O que devo fazer? Quais as minhas possibilidades de ver nossa escola no lugar onde sempre esteve, bem no coração da cidade! Como educador posso manifestar minha indignação pelo que está acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conto-lhes um pouco do que sei!!! A Escola em questão foi fundada em 1900, mais precisamente em 24 de fevereiro, funcionava onde hoje funciona o Hotel Alternativo, para quem mora em Bragança ou é bragantino, fica na Rua dA Torre de Televisão.Em 1929 passou para o prédio que hoje se encontra em ruínas. Aqui neste local Bragança viu nascer, crescer e dar frutos quase todas as minifestações culturasis que temos: SEMANA DA PÁTRIA, FEIRA DA CULTURA, FESTIVAL JUNINO, ETC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que podemos fazer? Onde estamos falhando? Já fizemos, enquanto funcionário desta escola, de tudo um pouco. Entregamos documentos nas mãos da Governadora, se bem que ela recebeu com muito carinho, mas e os outros? Mandamos vários e vários documentos para SEDUC, FUNDAÇÃO TANCREDO NEVES, SECULT, GLOBO, ORM, desculpem a memória falhou em lembrar para tantas pessoas e entidades para quem mandamos documentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, levantam nossas esperanças de novo. Recebemos mais uma visita de mais uma equipe... Será que dessa vez vai?!!!!Quero estar vivo para isso acontecer, caso contrário estaremos morrendo em coletivo, pois o povo que não tem cuidado com a sua história e não respeita o seu passado está fadado a morrer no esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Loja do Vassoureiro&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Bruno Peron Loureiro - é bacharel em relações internacionais :: 09/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia uma loja a meio quarteirão de onde eu morava que era modesta, pequena, usava um espaço improvisado para vender objetos de baixo valor e uso corriqueiro. Lembro-me de que, sempre que me aproximava de lá, estava um senhor sentado num banquinho, próximo da parede, esperando com paciência pelo próximo cliente. Era um lugar com que se podia contar caso a vizinhança precisasse de algum produto e não quisesse enfrentar o supermercado para isso. Atendia a uma necessidade do bairro. Era conhecida como a loja do vassoureiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tipo de estabelecimento comercial tinha sua razão de ser: surgiu de um cidadão comum e de uma necessidade local. Dava uma resposta comercial sem deixar de atender a um vínculo afetivo com o bairro e os vizinhos. E por falar de comércio, estamos passando por um processo de condicionamento mental sem precedentes com o poder mundial dos Estados Unidos e a indústria cultural que este país dissemina através dos filmes, da música e da programação televisiva, que têm no encanto pela tecnologia o seu principal cúmplice entre os receptores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da aeroespacial e militar, os Estados Unidos sacam sua maior fonte de renda da indústria audiovisual. Explica-se porque as nossas video-locadoras concentram filmes estadunidenses em quase todas as estantes, dão pouca atenção aos produtos de países latino-americanos, asiáticos e europeus, e chegam a colocar filmes brasileiros em seções de “alternativos” ou “estrangeiros”. Minha cautela em ver filmes estadunidenses dobrou depois que assisti a “O Nevoeiro (The Mist)” e notei uma crítica implícita aos discursos do ex-presidente cubano Fidel Castro no roteiro do filme. A mensagem poderia ter sido contra qualquer outro governante a que os Estados Unidos se opõem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei uma covardia inserir uma crítica política desta maneira quando tudo o que o público espera é divertir-se e não é a primeira vez que me dou conta disso. Há muito tempo os Estados Unidos nos inebriam com seus artifícios estratégicos nos produtos culturais. Para não falar da infinidade de escolas de inglês nas nossas cidades, que são encravamentos imperiais sob consentimento. É praticamente uma obrigação que aprendamos este idioma, ao passo que eles negligenciam o português. O ponto a que quero chegar é que o Brasil carece de políticas consistentes para o audiovisual e outros de seus produtos culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como se as políticas continuassem sendo elaboradas para o videocassete quando os filmes têm sido vistos em DVD ou “Blu Ray”. É pequena a quantidade de nossa produção audiovisual que chega aos televisores e aparelhos de som de outros países, a difusão da língua portuguesa no exterior é irrisória, sem contar que o Brasil é estereotipado pela inércia de nossa diplomacia cultural. A situação só não está tão ruim no âmbito do Mercado Comum do Sul (Mercosul), mas ainda os vizinhos se conhecem pouco. Os intercâmbios entre os países são muito desiguais e sobra para os cidadãos brasileiros tragarmos isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estava esquecendo da loja do vassoureiro. Gostava daquele lugar. Lá buscava linha de pipa, bonecos dos Cavaleiros do Zodíaco, produtos de limpeza quando alguém de casa pedia. E as vassouras? Comprava no supermercado em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Novos prefeitos e ações práticas&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Pedro Cardoso da Costa - Bel. Direito ( Interlagos/SP ) :: 04/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 1º de janeiro 5563 novos prefeitos tomaram posse. Os candidatos eleitos e reeleitos, sem exceção, todos prometeram a solução de todos os problemas durante as campanhas. Depois de leito, os que tiveram mídia já devem ter dito que imaginava a dificuldade. Na posse, a maioria já deve ter certeza de que não cumprirão suas promessas fáceis. Mas isso é uma retórica de uma distorção de fazer política. Ou promete tudo numa fantasia, ou com um discurso real não se elege.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Administrar é priorizar. Uma das principais prioridades deveria ser firmarem um pacto pra extinguirem o analfabetismo formal em 4 anos. Pode não ser possível, mas deveriam tentar, já que se trata de um problema insolúvel, que nem o Mobral, criado há 40 anos quando resolveu. Muitas outras iniciativas discursivas também não solucionaram. Deveriam estabelecer metas claras, plausíveis e tentar cumpri-las. Cada prefeito tem um secretario e uma equipe de educação para isso. Mas a maioria já deve estar arquitetando quem vai ser castigado com transferências absurdas para locais distantes e nenhuma medida de como qualificar os professores para melhorar a qualidade do ensino. Colocar computadores públicos em todos os bairros e vilas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem projetos mirabolantes, deveriam criar políticas de arborização das cidades, vilarejos, e até alguns trechos das zonas rurais. Em especial as encostas das auto-estradas e dos corredores entre o espaço das cercas e o trilha por onde as pessoas passam. Distribuiriam as mudas adequadas aos solos e aos locais e cada proprietário ficaria encarregado de zelar e proteger as árvores.Na área da saúde, toda prefeitura deveria contratar ao menos um urologista, um ginecologista para exames preliminares, que desafogariam os centros médicos das cidades maiores. Convênios deveriam ser firmados entre cidades pequenas e grandes para que estas arcassem com o tratamento, sob pagamento das cidades pequenas. Pequenos postos de atendimento deveriam ser instalados nos vilarejos, com ambulância disponível para transportar as emergencias. Não permitir a utilização delas para subir e descer com diretores e funcionários. Muitas são mais usadas para isso. Contratar dentistas para orientação de cuidados preventivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informar moradores e comerciantes sobre a obrigação, ao menos social, de manterem calçadas e meios-fios limpos. Às escolas, que orientassem os alunos sobre atos do dia-a-dia, como o respeito às regras de trânsito, alimentação adequada, tomar líquido suficiente, antes que se tenha sede.Instituir oficialmente torneios de esportes diversos. Alguns com abrangência hierárquica a partir das escolas, dos bairros, das vilas e distritos, para se chegar ao nível municipal, com premiação simbólica e financeira. Torneios de vôlei, de natação em lagoas ou piscinas, de futebol, de dama e de xadrez e outros. Tudo de forma simples e prática. E o cidadão cobrar, exigir, educar-se e não permitir o desvio de verbas e do nepotismo, práticas muito mais comuns do que as sugeridas neste texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;“Minha querida Bragança – A Pérola do Caeté”&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Maurício Martins ( jmauric@click21.com.br ) :: 02/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bragança, a princesa da Zona Bragantina, cidade banhada pelo rio Caeté, encanta por sua arquitetura, pela restaurada orla do cais do porto, pelas suas igrejas barrocas (São Benedito e Matriz), mas, sobretudo pela hospitalidade de seu povo e em dezembro, mês de festas, no arraial da Marujada e curtição com os amigos na praia de Ajuruteua, uma viagem inesquecível pelas suas pontes de madeira e curvas sobre o manguezal de caranguejo e guaxinins, ou um banho gelado no rio do Santino no Camutá, onde se faz a melhor farinha d´gua do Pará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pode viajar até Bragança, curte as várias opções de lazer, como: a tranqüilidade da bela praça da “Prefeitura” e seu coreto secular, nas caminhadas matinais tomando aquela água de coco e depois uma dose de cajuaçu no folclórico roxibar da tia Rosilda, um passeio no mercado de carne, comer tapioquinha molhada e mingau de milho, beiju, saborear aquele açaí com farinha de tapioca, além de conhecer o potencial das ervas afrosídiacas e cheiros da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos domingos participar da missa na Igreja Matriz, depois passear na feira em busca das frutas regionais como: Murici, cupuaçu, sapoti, groselha, taperebá, jambo, ingá, entre tantas outras, onde o turista pode adquirir peças do artesanato local, peças da arte marajoara, ou de antiquários e onde famílias inteiras confraternizam, saboreando as várias iguarias da culinária do Pará ou circulando pelas calçadas da praça em frente à centenária e majestosa escola Santa Terezinha, base do alicerce profissional de muitos jovens que entraram nas faculdades do Brasil afora. Conhecer as belas embarcações que navegam o majestoso rio Caeté, tendo ao fundo a musica mais genuinamente paraense, o xote, o retumbão, enfim a poesia bragantina na voz do Bibiú.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi neste cenário único que sonhei e voltei no tempo: tempo do cine Olímpia, do externato Santo Antonio, do ginásio Professor Paixão, do meu estimado clube de futebol Paroquial na vila sapo, do passarinhar as coleiras , os bigodes, os azulões,os caboclos lindos e curiós no barro preto, da estação do trem maria fumaça, da arena de mangueiras frondosas que abrigavam a “cavalhada”, com plantas de perfume suave, brinquedos e bancos confortáveis, com arvores frondosas a oferecer sombras que amenizem o calor do verão, onde casais enamorados se beijam no frescor de suas paixões juvenis, onde os pais ensinam os primeiros passos aos seus filhos, ou correm atrás daquela primeira bola chutada sem direção, mas que tem o poder da magia ao encantar pelo sorriso moleque o avô.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro abraço fraternal da menina com sua boneca de retalho de pano a brincar na sua inocência de “mamãe”, os adolescentes empinando suas pipas coloridas ou jogando uma partida de futebol, os mais velhos com seus tabuleiros de dama ou dando passe com suas pedras de dominó, passear na orla do rio respirando o frescor da brisa da Pérola do Caeté, sentindo os últimos raios do por do sol no meu rosto, andar de mãos dadas com meu amor, sem o temor de uma arma apontada para minha cabeça, mas acordo do sonho e vejo-me dando milho aos pombos, sinto vergonha da minha inércia, poderia ter votado melhor, poderia ter gritado mais alto, poderia ter visto ao meu redor, mas preferi ser cego, criando meu mundo virtual, achando tudo muito natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sei que nunca é tarde para sonhar e acordar realizado, pois como já dizia o poeta Castro Alves, “a praça é do povo, como o céu é do condor” afinal, nos ensina o cantor “quem sabe faz a hora, não deixa acontecer”, pra frente e avante Bragança meu Amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Viva o Novo Ano - Feliz 2009&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Madson Oliveira, Editor Correio :: 01/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um ano acabou! Quando chega esta época, há um misto de sentimento. Por um lado, alegria por tudo que foi planejado e realizado durante o ano que passou. Por outro lado, tristeza e frustração pelas coisas não realizadas e pelas perdas que ocorrem durante o ano. Também existe aquela expectativa, ansiedade e incerteza sobre o que vai acontecer no novo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem indagações, preocupações e indefinições. Para cada um de nós o futuro é uma incógnita, pois, ninguém honesto sabe dizer o que vai acontecer daqui a um minuto, daqui a uma hora, daqui a um ano. Será que vai ser melhor ou pior? Será que haverá guerras? Será que financeiramente vai haver alguma melhora? Será que os propósitos e alvos colocados para o novo ano serão alcançados? Aonde se quer chegar? O que se quer conquistar? Quais as lutas que serão enfrentadas? O que serão enfrentadas? O que fazer para ser um ano vitorioso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem estas e muitas outras expectativas e preocupações. Mas será que ficarmos preocupados vai melhorar alguma coisa, ou só vai nos deixar doentes, estressados, irritados e briguentos? Temos sim que fazer a nossa parte para melhorar a nossa vida, melhorar a nossa sociedade, mas não podemos deixar que essas expectativas e preocupações tomem conta de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa confiança deve estar totalmente em Deus. Precisamos ter um relacionamento profundo com Ele - então podemos crer naquilo que Ele diz. Isto dá paz e tranquilidade ao nosso coração e forças para encarar o novo ano. Deus nos instruirá e nos ensinará o caminho que devemos seguir, pois Ele enxerga muito mais longe do que nós e sabe qual é o melhor caminho a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos apenas depender D´ele. Ele também nos dará o conselho certo, na hora certa - basta buscarmos esse conselho. E, por fim, a promessa de que Ele cuida de nós tranquiliza qualquer coração ansioso. Viva o novo ano na total dependência de Deus!.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;DE VOLTA&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Ronaldo Duran, escritor :: 30/12/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À mesa, uma ceia esplendida brilhava. Pernil, frango, arroz com uvas passas. Havia pratos outros, verdadeiras iguarias. Bebida farta. Nada para incentivar o alcoolismo, apenas com a intenção de regar a animação. Muitos risos. Uns contavam vantagens, outros lamentavam a má sorte. Crianças corriam, gritavam, choravam cá e lá. Algazarra. Adolescentes que apostavam quantos copos fariam a tia Tal chorar ou o tio Tal ficar vermelho e começar a brigar com o mundo? A atitude ridícula, mas fazia parte da ceia de natal. Ano houve sem baixaria. Não teve graça.Uma família brasileira. Quem a visse se animaria. Porém, se fosse um introspectivo, casmurro, solitário fechado provável a abominasse. O espectador, alojado no pequeno canto da sala de estar, é desses que conspira contra a alegria espontânea dentro do paraíso. Queria coisa diferente. Invejava colegas da empresa que puderam ir para Orlando, USA, ou Paris, ou para Búzios. Lugar badalado. Com gente fina e elegante. Circular em Nova Iorque, com neve caindo, tipo no filme Um Homem De Família, mas sem família, claro. Queria estar sozinho, com a namorada. Mas a namorada deixar a família na noite de natal? Impossível. Tudo bem. Iria sozinho se ela não quisesse acompanhar. Numa primeira classe para qualquer canto facilmente encontraria qualquer uma companhia à altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eh, menino, se achega para cá”, a avó lhe pede para largar o isolamento. Gostava da avó. Hoje, contudo, a estupidez incorporada na alma, restou apenas dizer um desaforo e servir-se de caipirinha. Tinha se enchido de cerveja e vinho, dando inveja ao estômago de um avestruz.Uma da manhã. A Missa do Galo ainda passava na TV e após mandar para dentro o delicioso champanha, ele resolveu dar uma volta no quarteirão. Tirou o carro da garagem. Circularia na cidade que o viu crescer e da qual só se afastou quando do tempo da faculdade. Se houve o acidente de carro, não é só para dizer que bebida e volante não combinam.O acidente nada teve de cinematográfico. Contudo fora violento. O rapaz socorrido pelo resgate foi levado ao hospital. Corria risco de morte? Não. As costelas quebradas, o nariz a refazer-se por intervenção cirúrgica lhe tomaria semanas no hospital e tantas horas fora em fisioterapia.Ainda que estivesse ébrio antes do impacto, pôde perceber o carro girar, o freio que se recusava obedecer e a frase involuntária me ferrei. Antes de bater na lateral do ônibus e ir chocar-se num poste, pediu “Deus, ajuda”. Passado o susto e sabendo-se vivo, cederia em poucos instantes a satisfação de estar existindo diante da frase tinha que acontecer comigo, que azar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noite do dia trinta e um. Olhava pela janela do hospital. Lá fora, os fogos se anunciando. Podia adivinhar a roupa branca, a gritaria dentro de casa, a TV exibindo um programa musical qualquer, o vinho, a cerva educadamente gelada, o tira-gosto. Animação. Desde pirralho, adorava a noite do dia 31 de dezembro. Mesmo na fase mais brava de sua vida, a animação vinha regada a vinho Sangue de Boi, rabanada e papo gostoso com a galera na rua, mas vinha. Agora, ganhando bem mais que os colegas de adolescência e bem-sucedido na profissão... Estava entrevado num leito hospitalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que alegria teve quando a avó e a mãe entraram lá pela meia noite no quarto do hospital. Além do sorriso, elas traziam rabanada, castanha e muito afeto. Afeto que muitos dariam tudo para ter nesse momento, mas que não valorizaram quando tiveram a chance. “Ano que vem eu me remendo. Vou dar valor por estar de volta à vida. Juro”, disse para si. Tomara que não seja mera promessa de ano novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Tsunami de vereadores&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Pedro Cardoso da Costa - Bel. Direito ( Interlagos/SP ) :: 22/12/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornou-se perigoso o fim de ano para a população brasileira. Época de festas, a sociedade se desliga um pouco mais do que já é, e aí o pessoal de Brasília se torna mais perniciosa à nação. Foi assim há dois anos quando quiseram se presentear com um aumento salarial abusivo. Ao contrário da comum passividade, a população reagiu e não permitiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São as reiteradas decisões absurdas que têm feito o já desmoralizado Congresso Nacional chafurdar na descrença da população. Parecem vadios que, ao primeiro descuido, causam estragos. Agora querem presentear o povo brasileiro com um tsunami de vereadores.Com a maior cara-de-pau, típica de malandros, alguns argumentam que não haverá aumento de despesas. Não há Matemática no mundo que possa efetuar operação que zere o valor de despesa com o aumento de oito mil cargos de vereadores. Ainda mais quando se sabe que não existe uma só Câmara que não pague valores salariais muito acima da realidade aos seus “edis”. Além disso, cada vereador tem carro, gasolina, assessores, funcionários comissionados e muito mais verbas para torrar o dinheiro público ao bel prazer, sem nenhum controle e somente para suas futilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incompreensível como pode um colegiado que tem por princípio básico representar o povo tornar-se seu principal algoz. Nem a tão decantada democracia tem auxiliado a mudar mentalidade tão tacanha de administrar um país para pequenos grupelhos, que perdura e destrói este país há séculos. O Congresso Nacional tem usado e abusado da democracia para justificar suas decisões indecentes que envergonhariam quaisquer ditaduras. Depois, a reação vem, a aí começam a dizer que não é assim que se resolve e passam a dar aula de comportamento. Por causa de abusos, em algumas cidades a população tem quebrado delegacias, fóruns e órgãos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de aumentar, se houvesse a extinção do cargo de vereador, sem substituição por outro similar, a sociedade brasileira só ganharia. Tudo que o vereador legisla já existe em leis estaduais ou federais. Além disso, a maioria das câmaras só serve para se vender à corrupção desenfreada dos prefeitos municipais.Como disse Caetano Veloso: “o Brasil vai melhorar porque eu quero”. Além de não aumentar o número de vereadores em nenhuma hipótese, é preciso diminuir o número excessivo de parlamentares. Trocá-los por qualidade. As despesas com câmaras municipais são o dinheiro mais desperdiçado da Administração Pública. Não dá para entender tanta passividade de todos diante de reiterados abusos do Congresso nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Uma pérola para recordar&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: SANRONALD ( san.ronald@hotmail.com ) :: 20/12/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que diz que já viu de tudo um pouco nessa vida, só não viu boi voar. Dina é uma dessas testemunhas oculares, cuja profissão pregou-lhe peças inesquecíveis guardadas com saudade no baú de recordação dos seus 10 anos como diretora da Escola Anjo da Guarda, localizada na periferia da cidade de Bom Pastor.Que parte de sua clientela estudantil não era flor que se cheirasse, todos sabiam, inclusive alguns membros de sua legião estudantil constavam na lista de ocorrência policial da delegacia da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era para menos, as noites de sexta-feira em sua escola eram sempre muito dinâmicas. A fumaceira que se formava no seu arredor era digna de uma boate Gótica. Ávidos por atividades extra-classe, seus alunos beleza, aplicavam-se com muito esmero em apetitosa erva maldita para o desespero de professores que percebiam a queima de neurônios, assustados. Com o acionamento da polícia militar, iniciava-se uma outra divertida atividade lúdica: aluno que corria para um lado, professor que tremia do outro. Era verdadeiro “gordurinha, gordurão vai saindo de montão”.Em meio a tanto joio uma pérola, para recordar: Haroldo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esguio de traços indígenas, ele ostentava em sua pele morena meia dúzia de tatuagens que aludiam aos anos pouco dourados vividos intensamente na plenitude de sua Juventude rebelde. De olhar arredio, semblante embriagado, tinha sempre uma boa idéia, mas nunca levado a sério pelos colegas e professores de classe. Para alguns não passava de um turista. Para outros um arruaceiro da ordem escolar. Sua presença era garantia certa de encrenca. No entanto, a contragosto eram obrigados a admitirem que em termos de médias escolares, Haroldo, era um aluno nota 10._”Como pode?” Perguntavam._”Não é possível!” Argumentavam!Dina admitia que a presença de Haroldo na escola por vezes se tornou uma espécie “de corre que a policia vem ai”. Mas nada que ofuscasse sua inteligência, a não ser o disparate pedagógico de alguns colegas de profissão, que insistiam em exorcizá-lo sempre que a canalizava para o mal.Numa bela noite de segunda-feira, o bad boy chegou decidido a literalmente chutar o pau da escola. Embriagado e nervoso sentou-se propositalmente no pedestal ao pé do mastro em que eram hasteadas as bandeiras, acendeu um cigarro de carteira, e passou a dar pontapé no mundo de escolares a sua volta. Com o barraco armado só restava o óbvio: chamar a polícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora dessa vez movida por um instinto materno resolveu contrariar a todos. Aproximando-se do garoto, sentou-se a seu lado e perguntou baixinho no seu ouvido: “O que se passa meu filho? Porque estás assim?” A resposta veio em forma de lágrimas, muitas lágrimas. Aproveitando o raro momento, a mulher exaltou sua juventude, simpatia e inteligência, e em seguida segurando-lhe pela mão, convidou-o até sua modesta sala, onde conversaram amistosamente. Depois, pediu-lhe que fosse para a sala de aula, pois o ano letivo estava findando e queria vê-lo aprovado, promovido em todas as disciplinas, como sempre havia feito nos últimos três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A divulgação do resultado da 4ª avaliação confirmou a expectativa da Diretora, Haroldo havia passado em promoção em quase todas as matérias, exceto em História. Também pudera, o bad boy havia faltado ao teste da bendita disciplina por encontrar-se preso a sete chaves na carceragem da delegacia da cidade, por arruaça e quebra-quebra. De lá só sairia quando pagasse o último vintém pelos danos causados a terceiros. Não tendo com que pagar permanecia na cadeia vendo o sol nascer quadrado.Iluminada, a diretora Dina teve uma idéia redonda: passar o teste de história para Haroldo no próprio xadrez. O delegado local se opôs terminantemente. Decidida a passar por cima do cadáver da autoridade policial, conseguiu uma autorização judicial e o teste foi aplicado com sucesso. Após a correção foi lhe dado o conceito 8,5, o seu passaporte definitivo para o ensino médio. Meses depois recebeu seu Certificado de conclusão do ensino fundamental na educação de jovens e adultos, dizendo-se decidido a mudar de atitude e de cidade. Desde então nada se soube sobre o seu paradeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anos mais tarde a Diretora Dina, já aposentada, passeava distraidamente pelo Complexo Ver-o-Peso, cartão postal da capital do Grão-Pará, quando foi surpreendida por uma saudação nada convencional, mas um tanto familiar: _”Fala minha diretora!” Virando-se bruscamente, seus olhos foram ao encontro do rosto iluminado de um jovem sorridente que gentilmente veio ao até ela e deu-lhe um forte abraço, em seguida gritando para um grupo de amigos universitários: _“Essa é a minha querida diretora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”Era ele o inesquecível Haroldo. O agora acadêmico do curso de Ciências Sociais estava ali no coração de Belém, pesquisando sobre a representação social de jovens usuários de drogas.Em meio às lágrimas de felicidade, Dina, despediu-se emocionada de um grande tesouro, uma jóia rara que só o amor foi capaz de lapidar: uma pérola de gente chamado Haroldo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;O Namorado&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Ronaldo Duran ( ronaldo@ronaldoduran.com ) :: 16/12/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada é tão desejado quanto estar namorando uma menina que faz meu coração bater mais forte. Parece ser a composição do hino nacional, na qual a palavra Brasil cede espaço para o nome de minha namorada. Ela é mais florida, é quem tem o sorriso mais límpido. E a satisfação quando eu me vejo deitado em seus braços esplendidos, saboreando os formosos lábios? Certamente indescritível. Quando estou namorando, as aulas de literatura brasileira, principalmente a de poetas românticos, ficam mais vivas.O coração dispara quando a vejo. Ela chega perto de mim, e minhas pernas ficam bambas. Basta eu tocar meus lábios nos seus, pronto, pega fogo todo meu corpo, e se ela não me regular, sou capaz de fazer loucuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que ela me fala cai certinho. Temos muitos planos juntos. Adoro o inverno, pois tenho o corpo dela para aquecer o meu. Amo de paixão o verão, para ver as pernas, o bumbum nos shortinhos que ela costuma vestir. E a camisetinha com as pontas dos deliciosos seios apontando para mim.À tardinha, vamos dar uma volta na praça do bairro. Sentados em banco de pedra, ela me sorri, me conta coisas trivialmente importantes. Prefiro quando estamos a sóis, escondidos. Mas vendo seu sorriso no rostinho iluminado pelo pôr do sol, fico satisfeito. Mais satisfeito ainda quando ela vai comprar um sorvete e passa desfilando pela calçada. Outros olhos gulosos ficam com a boca cheia d’água. Eu sei que é cretinice, mas que fazer, gosto de ver minha gata cobiçada. Os olhares a ela só valorizam meu ego. Claro, desde que não haja baixaria, tipo querer passar a mão, ou cantadas grosseiras. Daí, corro o risco até de apanhar, pois só em pensar que ela pode sofrer alguma agressão meu corpo treme, e quando vejo estou avançando no malandro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe aquele papo de que amor não enche barriga. Pois enche sim. Só não enche a barriga de quem não ama. Eu sempre sou reclamão quando fico com pouca grana para ir me divertir nos bailes, nas baladas. Mas basta estar com a namorada que me alucina, para o dinheiro significar bem pouco. Se tiver uns trocados para um sorvete, legal, se não, também está valendo.À noitinha, juntinhos, debaixo de uma árvore, no quintal ou na laje da minha casa ou da dela. Legal ver as estrelas no céu ou as do brilho do seu olhar. Os lábios mais sedosos, os seios mais firmes e saborosos, a pele mais cheirosa. Dureza é ter que ir para casa neste estado, e precisar trocar de cueca ou aliviar no banheiro. Nas primeiras vezes eu encanava. Entendo: somos animais. É a biologia que nos limita. O que resta a fazer? Aproveitar o prazer e ir driblando o inconveniente.Estamos de férias da escola. Sobra mais tempo para namorar, visto que amanhã de manhã ela não vai para o colégio e eu, que estudo à noite, posso estar ao lado dela. Decerto que férias mesmo eu não tenho, pois estou estudando para entrar na AMAM. Estou empenhado em ser oficial do Exército. Um pouco serve como estímulo aos meus pais que me permitem estudar o dia inteiro. Não fosse por isso, eu já teria arrumado um trabalho durante a semana. Eu trabalhava nos fins de semana num clube na zona sul, mas larguei depois de uma briga com ela. O serviço me exigia ausência justamente nos fins de semana. Ela me falou de sua solidão, escondendo a insegurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela e seus planos. Sou todo ouvido. Minha primeira namorada séria, que me assumiu. As outras só queriam zoar, me beijar, abraçar, abusar de mim. As garotas cariocas são cruéis quando querem. Talvez por isso que eu continuo apaixonado como se fosse nosso primeiro dia de namoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Um basta ao "mais ou menos"&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Pedro Cardoso da Costa ( pcardosodacosta@yahoo.com.br ) :: 08/12/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizer que cada povo tem seus vícios e suas virtudes seria redundância e serve apenas como introdução. Faz parte da nossa cultura a busca de solução apenas por meio do “outro”. O outro é quem suja as ruas, é quem dirige mal, é quem não respeita as regras. Sempre, sempre, os “outros”. Mais um vício é fazer algo mal feito, ou incompleto ou não se informar de como as coisas funcionam antes de começar a fazer. Começa-se e depois vê como deveria ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria dos textos os dias da semana são escritos sem a “feira”. Escreve-se segunda, e não segunda-feira. Placas ficam sem as letras quando caem ou se apagam. Os condomínios têm segurança e a carteirinha seria para identificar os moradores. Pois a maioria das discussões com porteiros ocorre porque os moradores não se identificam. Uns por terem o rei na barriga e outros pelo gosto de ser desagradáveis. As setas indicativas de sair e entrar, subir e descer servem exatamente para se fazer o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também ninguém preenche formulários antecipadamente, nem bilhete de passagem. Outra quase unanimidade é não se informar sobre o horário de funcionamento e a documentação necessária para determinadas coisas.Vantagem indevida parece ser melhor do que uma merecida. Não se respeita a ordem em filas. Quando não fica fisicamente, com a maior desfaçatez, passa o serviço para alguém, como se isso fizesse diferença. O que seria apenas o respeito ao direito de quem chegou primeiro, torna-se uma demonstração “virtuosa” de ser esperto.Atrapalhar ou dificultar faz parte dessa mania deletéria de ser inconseqüente. Nos bancos é comum a divisão de serviço por caixa. Incompreensível, mas existe. Aí, o cidadão tem mil caixas onde pode fazer pagamento de suas cem contas, tirar extrato, saldo, mas ele prefere fazer todas essas operações nos poucos caixas de saque. Nas catracas costumam se formar filas à espera daquela mal-amada que fica meia hora retirando o bilhete de várias bolsas.Corredores exclusivos de ônibus se tornaram dos carros. Além de outras ações mal educadas no dia-a-dia. O cocô do cachorro na rua. Desrespeito à preferência de idosos e especiais e às regras em geral. Quase todos cometem esses equívocos, ou para se mostrar esperto perante os pares, ou por ser apenas mal educado e desrespeitoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto se cobra ética dos administradores e dos políticos, cometem-se inconseqüências diariamente. A melhoria viria com uma decisão pessoal de se policiar e passar a respeitar o direito dos outros de forma natural. Cobrar das autoridades que punam a quem desrespeitasse os seus direitos. Só existe conduta certa ou errada. Isso deve ficar muito claro. O mais ou menos foi criado pela mania nacional da condescendência das pessoas e a omissão irresponsável e permanente das autoridades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Tragédia anunciada&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Pedro Cardoso da Costa ( pcardosodacosta@yahoo.com.br ) :: 29/11/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só Deus! Essa expressão é muito utilizada quando uma pessoa se sente impotente diante de um fato dramático ou injusto. Vale para as duas catástrofes de Santa Catarina. A das chuvas, que competiria somente a Ele; e a da cobertura da mídia, que não coloca nenhum ponto para discussão sobre as responsabilidades pelas mortes. Chuva não deve ser encarada como sinônimo natural de morte nunca! Nem mesmo no Brasil, aonde tudo pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se constroem casas em locais inadequados e são levadas pelas enxurradas, algum órgão seria responsável por impedir, já que a maioria é construída em áreas públicas. Mesmo uma construção em imóvel particular tem que respeitar todas as normas legais de segurança. Autoridades atuais culpam as anteriores que deixaram construir, mas não se apercebem de que agora deveriam retirar as pessoas das áreas de risco. O argumento vulgar de que não é fácil não pode caber aos órgãos e servidores públicos, sob pena de responsabilização civil e penal, conforme cada caso. Quem tem por dever agir, somente deve agir de acordo com sua obrigação. O fácil ou difícil fica para o campo de análise subjetiva. A responsabilidade do Estado é objetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte dos órgãos de comunicação enviou jornalistas para cobertura da tragédia. Eles narram com vozes pausadas. Muitos devem chorar de verdade; outros pela audiência. Pessoas desesperadas são imagens mais comuns. A solidariedade do povo brasileiro é sempre enaltecida. Tudo certo. Só que, numa cobertura de alguma atividade esportiva, sempre levam “especialistas” de cada modalidade para comentar. Neste caso, nenhum veículo de comunicação consultou um geólogo, engenheiro civil, arquiteto, sobre o tipo e a estrutura das casas para determinado solo; sobre a distância dessas casas das eventuais correntezas e encostas, sobre orientação prévia de como agir em casos de chuvas intensas. Nada, absolutamente nada, se fala sobre isso.Fica clara a omissão quando dinamitaram uma pedra gigante para desobstruir uma estrada. A pergunta óbvia, lógica, cristalina, seria indagar porque a pedra não fora dinamitada antes de causar prejuízo a milhares de pessoas. A resposta é tão óbvia quanto à pergunta. Cada um dá a sua em particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já falaram que o apagão de energia elétrica fora obra da imprevisibilidade. Para as chuvas esse argumento não serve; mas com certeza vão dizer que choveu acima do previsto. A imprensa brasileira precisa cobrir certos fatos com mais tecnicidade, com maior senso crítico, com maior razão e menos emoção. Ela ajudaria na formação de um senso mais crítico e aguçado nas pessoas. Pela cobertura da mídia em Santa Catarina passa a certeza de que as mortes são inevitáveis. Mesmo mais de uma centena de pessoas mortas não foram capazes de merecer a crítica contumaz em editorial. Definitivamente, “nada ocorre por acaso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;O.V.I - por ronaldo duran*&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Ronaldo Duran ( ronaldo@ronaldoduran.com ) :: 25/11/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é que eu vou fazer? Ficar em silêncio? Na verdade, foi uma bela experiência. Tive sorte que me deixaram são e salvo, a três quarteirões de casa. Queriam me indenizar pela semana maravilhosa que passei. E sem fingir desprendimento de bens materiais, apenas comentei que se para uma viagem bacana como esta recebêssemos cachê, imagina o que aconteceria aos fracassados pacotes turísticos que certas agências nos propõem?Quando lá em cima, cheguei a pensar que nunca me soltariam. Fiquei chateado. Afinal o novo assusta. Já pensou jamais voltar a ver meus filhos? A mãe deles pouco interessa. Agarrou-se a outro, e quando me sorri é para dizer que a pensão caiu. Não a culpo; ao contrário, valorizo o cuidado com as crianças. Tá, nunca fui um pai de mimar. Mas cada um tem seu jeito de expressar amor. Eu os amo muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que arranquei de vantagem? Ora, as férias do serviço. Há mais de três anos que não tiro férias, sequer quinze dias de folga. Quando muito o período de natal e ano novo. Certa vez consegui me livrar vinte dias, mas os telefones e as demandas eram tais que praticamente trabalhei em casa para a empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os ovis me acharam? Eu estava no tranqüilo congestionamento na Marginal Pinheiros. Chegaria atrasado, e teria que ficar até duas ou três horas a mais na empresa, por causa do balancete. O carro sem ar condicionado. Porém, por receio dos vendedores ambulantes e medo dos assaltantes motoqueiros, eu mantinha fechados os vidros com filme. De repente, uma pista que passava por cima dos carros surgiu a minha frente. Tentei desviar, mas o carro já não me obedecia. Quando vi estava sendo conduzindo pelas nuvens. A estrada levava para uma imensa nave. E apaguei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando acordei estava lá sendo interrogado, melhor, convidado a falar sobre meu estado. Ofereceram-me um café com leite e um pão na chapa, pode? Vai ver vasculharam a mania que tenho de passar religiosamente numa padaria que fica a duas quadras da empresa lá pelas dez horas da manhã.Que receptividade. Nada muito exagerado em termo de conforto. Algo que a classe média paulistana está acostumada. Com exceção do respeito, do sorriso gostoso, da gentileza, do amor pela vida, da espontaneidade que quase inexiste nos amarelados sorrisos dos comerciantes e clientes paulistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu que sempre fui meio ateu, teria eu tido a boa sorte de ter morrido no trânsito na Marginal Pinheiros e conseguido um cantinho no paraíso?&lt;br /&gt;Infelizmente descobri que não. Que se tratava apenas de extraterrestres esquadrinhando o nosso planeta. Se eu morasse em outra cidade que não fosse São Paulo, eu ficaria apavorado. Mas vendo assalto, estupro, fila de INSS, político-ladrão e empresas corruptas, nada me assustava mais. Aliás, temo que o efeito fora inverso. Questionado dos meus hábitos, do relacionamento com meus pares, como era o trabalho, a comunidade que me rodeava, assisti em suas fisionomia tristes decepções. Éramos superiores ou inferiores demais para o que estavam procurando? Não me disseram. Eram ovis diplomatas; no mínimo, educados. Abortaram a missão, me deixaram e foram embora, talvez para outra galáxia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;O Marketing dos Livros&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Crônicas &amp;amp; Opiniões Fonte: Por Luiz Carlos Amorim (escritor e editor) :: 25 de novembro de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês lembram das “paradas de sucesso” no rádio, na televisão, as listas de discos mais vendidos e executados em revistas e jornais, anos atrás? Pois é. Alguns discos acabavam vendendo porque estavam nos primeiros lugares, pela sugestão da mídia, por martelarem tanto no rádio e na TV. A super-exposição acabava fazendo com que nos surpreendêssemos cantando músicas que, de princípio, não gostávamos. Nem sempre era verdade que o disco era o mais vendido, mas aparecia em boa colocação (alguém “talvez” pagasse para que ele aparecesse nos primeiros lugares), justamente para induzir a venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fenômeno parecido acontece com os livros. E com os filmes, também. Tudo o que é “campeão de bilheteria” nos Estados Unidos passa a ser sucesso também aqui. E até o que não se deu bem lá fora, com uma boa campanha, faz sucesso aqui, nem que seja em vídeo.Numa matéria sobre mercado editorial de um grande jornal, leio que as grandes livrarias cobram pelo destaque que é dado a alguns livros nas prateleiras que se constituem em espaço “nobre” em relação ao leitor que entra nela. A máxima “quem é visto é lembrado” aqui funciona como uma boa ferramenta de marketing, pois quem vai à livraria sem saber de antemão o que vai comprar, vai acatar as dicas que estiverem mais visíveis, com certeza. E os livros acabam vendendo, justificando a despesa da editora que pagou uma taxa à livraria para que o livro ficasse no caminho do leitor.As editoras pagam taxas, também, para expor títulos seus em lugares de destaque nos sites das livrarias virtuais, pois a venda de livros on-line é uma realidade no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí emerge a questão da qualidade da obra. Já aconteceu a você, leitor, de comprar um livro influenciado por propaganda, por estar semanas entre os mais vendidos, por estar exposto em lugar privilegiado na livraria que freqüenta e, depois de começar a lê-lo descobrir que ele não é aquela obra-prima alardeada aos quatro ventos? Só que então o livro já foi comprado e, mesmo que você não o leia, vai engordar as estatísticas dos mais vendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campanhas caras e eficientes são feitas, principalmente para os livros importados, que já vêm com o material de divulgação atrelado à obra. E um produto bem promovido e com apresentação impecável vende. É claro que o livro não é um produto qualquer, pois você compra apenas um. Se fosse como um produto comum de consumo continuado, compraríamos um e, verificando que por trás da boa aparência não existe qualidade, não compraríamos mais. Mas livro a gente só compra um. Se o conteúdo não for bom, se não conseguirmos lê-lo todo, não há como devolver, ele já estará aumentando a quantidade de exemplares vendidos, conferindo-lhe um sucesso que nem sempre é real.A gente aprende, com o tempo, a procurar saber alguma coisa sobre a obra antes de comprá-la, mas muitos são induzidos a adquirir títulos que farão com que se sintam frustrados, ao lê-los. Há quem compre o livro para ler apenas o prefácio e a orelha, para poder dizer que leu, mas isso é outra história.Luta-se pela divulgação e distribuição do escritor regional, sem sucesso, enquanto campanhas milionárias, inclusive encarecendo o preço final do livro para o leitor, são feitas para obras que, às vezes, ou vendem-se por si só, porque são boas, ou não merecem todo o aparato em volta delas.Gostar de ler é, também, saber escolher.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-1034198997049116371?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/1034198997049116371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/01/correio-bragantino-cronicas-e-opiniao_28.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1034198997049116371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1034198997049116371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/01/correio-bragantino-cronicas-e-opiniao_28.html' title='Correio Bragantino - Crônicas e Opinião'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-242796665704786748.post-1641814046532683973</id><published>2009-01-28T16:20:00.000-08:00</published><updated>2009-01-28T16:21:48.154-08:00</updated><title type='text'>Correio Bragantino - Crônicas e Opinião</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/242796665704786748-1641814046532683973?l=correiobragantino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiobragantino.blogspot.com/feeds/1641814046532683973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/01/correio-bragantino-cronicas-e-opiniao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1641814046532683973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/242796665704786748/posts/default/1641814046532683973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiobragantino.blogspot.com/2009/01/correio-bragantino-cronicas-e-opiniao.html' title='Correio Bragantino - Crônicas e Opinião'/><author><name>Madson Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690882647893580811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_I1xsK6gfghY/SBpK7eXPfbI/AAAAAAAAAVY/_lrfrjDG8Jo/S220/madson.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
